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SISMMAC

Non-Profits & Religious Organizations
@sismmac
O SISMMAC é o sindicato que representa as professoras e professores da rede municipal de ensino de Curitiba
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About SISMMAC

SISMMAC (@sismmac) is a Non-Profits & Religious Organizations creator on Instagram, also filed under Spirituality & Religion. The account has 9,967 followers and 2,265 published posts. Recent posts average 33 likes and 11 comments, an engagement rate of 0.96%.

SISMMAC belongs to the nano tier, the band usually drawn between 1,000 and 10,000 followers. Set against 227 accounts followed, the audience works out to about 44 followers per account SISMMAC follows. SISMMAC carries Instagram's verified badge and is set up as an Instagram business account. Flinque files SISMMAC under Non-Profits & Religious Organizations, with Spirituality & Religion as a secondary category.

The Instagram bio for SISMMAC runs to 18 words. The latest activity Flinque has on record for SISMMAC dates from June 2026.

Story Highlights

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2,265 Posts

All 10 recent posts Flinque holds for SISMMAC are single images. With 2,265 posts published, SISMMAC's archive runs well past the 2,000 mark. Against the audience, that is roughly 4.4 followers for each post published. SISMMAC also keeps 8 story highlights on the profile. All 10 carry captions, averaging 268 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include magistério, professoras, prefeitura, educação and também.

O Conselho de Representantes (CR) do SISMMAC se reúne na próxima quinta-feira (11), às 8h e às 13h30, na sede do sindicato. Na pauta estão temas que refletem diretamente no cotidiano das escolas.

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA
O GT de Educação Especial e Inclusiva avança nos debates sobre os desafios enfrentados pelo magistério e na construção da posição da nossa categoria nas disputas pelas políticas públicas da Prefeitura. Neste CR, os representantes terão a oportunidade de conhecer o andamento dos debates, contribuir com a visão de suas unidades e fortalecer a posição do magistério nessa pauta que afeta diretamente o cotidiano das escolas.

AVEC E A PLATAFORMIZAÇÃO DO ENSINO
O AVEC, sistema de avaliação lançado pela SME na catastrófica gestão Jean Pierre, trouxe uma lógica de plataformização do ensino que tem gerado sobrecarga e problemas nas escolas. Vamos debater sobre o modelo pedagógico que está sendo imposto à rede e o que isso representa para a autonomia e o trabalho do magistério.

CRESCIMENTO VERTICAL 2025
O prazo de seleção dos critérios de pontuação se encerra no dia 16. É fundamental garantir que as professoras e os professores possam concretizar essa etapa com segurança.

SUA ESCOLA JÁ ESTÁ REPRESENTADA?
No CR, organizamos as lutas do magistério a partir da realidade das escolas. Se a sua ainda não elegeu representantes, é fundamental garantir essa participação, porque cada unidade presente faz diferença.
No dia 11 de junho, aposentadas e aposentados embarcarão rumo ao Parque Estadual Vila Velha e à Colônia Witmarsun, em Ponta Grossa. Por isso, não haverá reunião do Coletivo de Aposentadas e Aposentados do SISMMAC neste mês.}

LEMBRETE
Para quem vai participar do passeio, o roteiro inclui visita aos Arenitos, às Furnas e à Lagoa Dourada, parada na Queijaria Vila Velha e café colonial completo em Witmarsun. O embarque é às 7h na sede do SISMMAC ou na Churrascaria Colonial Orleans, com saída pontual às 7h15. O retorno a Curitiba está previsto entre 17h30 e 18h.

Estão incluídos transporte em ônibus semileito, ingressos, visita à queijaria, café colonial, guia de turismo credenciado e seguros. Almoço, lanches e demais despesas pessoais não estão incluídos.

O Coletivo de Aposentadas e Aposentados do SISMMAC realiza reuniões mensais, passeios e outras atividades para unir a categoria, fortalecer os laços e garantir que a aposentadoria seja também um tempo de convivência, luta e qualidade de vida.
A Câmara aprovou o fim da escala 6x1. Mas pouco depois, 40 senadores apresentaram a PEC 12/2026, que institui a chamada escala 7x0: sete dias trabalhados, nenhum de folga garantido, com jornada "flexível" definida por “acordo” individual com o patrão, sem descanso semanal remunerado, sem FGTS, sem férias obrigatórias, sem 13º salário e sem a proteção das convenções coletivas negociadas pelos sindicatos.

É o projeto das elites na sua forma mais nua. Escravidão.

Não é coincidência que esses 40 senadores agiram tão rápido. Olhe a lista com atenção. A maioria não disputa reeleição neste ano. Alguns vão tentar outros cargos: Sergio Moro (PL) quer o governo do Paraná, Flávio Bolsonaro (PL) é pré-candidato à Presidência e seu chefe de campanha Rogério Marinho (PL) assina a PEC ao lado de Ciro Nogueira (PP), investigado pela Polícia Federal por receber mesada de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Outros estão tão queimados em seus estados que vão tentar a sorte como deputados federais, como é o caso de Marcos do Val (Avante). E alguns, como o senador paranaense (que quase ninguém sabe que existe) Oriovisto Guimarães (PSDB), já avisaram que vão deixar a política.

Ou seja: a maioria não vai ter que olhar nos olhos do eleitor e responder por esse voto. É por isso que estão fazendo o trabalho sujo que os deputados federais covardes não tiveram coragem de fazer. Quase 80% da população apoia o fim da escala 6x1. Os deputados patrocinados por grandes empresários sabiam disso. Se acovardaram, fugiram da votação ou votaram a favor na última hora. Sobraram apenas 22 votos contra. A maioria do PL e do Novo. Só o Missão e o MDB não têm senadores, mas tiveram deputados votando.

Como manobra, deixaram a bola com os senadores que não têm nada a perder. Esse é o golpe.

O magistério sabe a importância do descanso. Sabemos o que dois dias de folga representam para o corpo, para a mente, para a família. E sabemos o que acontece quando o trabalhador fica sem sindicato para negociar: na imensa maioria dos casos, ou aceita qualquer condição ou é demitido. Sem proteção, sem direitos, sem voz.
O Senado precisa ouvir o recado que a Câmara já recebeu. A mobilização continua. Pressão neles!
Para ajudar as professoras aposentadas e aposentados do magistério municipal de Curitiba a navegar com mais segurança e senso crítico no mundo digital, o SISMMAC está promovendo o curso Inteligência Artificial e Combate à Desinformação, em parceria com o Laboratório de Cultura Digital da UFPR.

São quatro encontros, de duas horas cada, nos dias 25 de junho, 2, 9 e 16 de julho, na sede do SISMMAC.

Inscrições pelo link: ➡️

Por que participar❓
A desinformação é um dos maiores problemas da atualidade. Notícias falsas, vídeos manipulados e áudios fabricados circulam nas redes e distorcem o que as pessoas enxergam como verdade. Esse tipo de conteúdo alimenta o ódio, aumenta a violência e já causou mortes. A violência contra mulheres e ataques a grupos vulneráveis têm ligação direta com mentiras que se espalham nas redes.
A Inteligência Artificial permite fabricar vídeos com o rosto de qualquer pessoa, clonar vozes de familiares para aplicar golpes financeiros, simular sequestros por telefone e criar notícias falsas que parecem reais.

O mais perigoso é que esse tipo de conteúdo parece real. A voz soa igual. O rosto é o mesmo. A foto parece autêntica. Sem saber o que observar, qualquer pessoa pode ser enganada.
Esse tipo de conteúdo já causou mortes, alimenta a violência e será usado em larga escala nas eleições deste ano para enganar eleitores.

Saber identificar o que é verdadeiro e o que é fabricado deixou de ser um conhecimento técnico e virou uma necessidade do cotidiano. E é exatamente isso que esse curso ensina: de forma prática, acessível e a partir das dúvidas e experiências das próprias participantes.

Ao longo dos quatro encontros, você vai entender como funciona a Inteligência Artificial, aprender a identificar imagens, vídeos e áudios manipulados, e saber o que fazer quando receber uma informação suspeita. Você vai sair do curso com ferramentas reais para se proteger e para ajudar quem está ao seu redor.
O terceiro encontro do GT de Educação Especial e Inclusiva do SISMMAC reuniu dezenas de professoras na noite de terça (2) para analisar a situação da educação inclusiva na rede e construir propostas para disputar as políticas do município.
Na última década, as matrículas de alunos da educação inclusiva cresceram consideravelmente na rede municipal, mas a política de inclusão foi sistematicamente desmontada pelas gestões Greca/Pimentel, quando Bacila era a secretária de Educação, e na gestão Pimentel, durante o período de Jean Pierre Neto na SME.
Profissionais com formação especializada foram substituídos por estagiários, a intersetorialidade com outras áreas foi praticamente eliminada e as escolas foram abandonadas. Salas superlotadas, reformas atrasadas e ambientes inadequados agravam ainda mais as condições de quem precisa de suporte específico.
Essa negligência tem consequências. Famílias cobram das escolas o que é responsabilidade da Prefeitura, gerando conflitos que afetam a saúde física e mental das professoras (casos que, inclusive, necessitam de registro da Comunicação de Acidente de Trabalho, CAT).

DIREITOS
O assessor jurídico do SISMMAC, Germano Sureck, mostrou como a ausência de políticas definidas e de protocolos de ação deixa as equipes escolares pedagogicamente, eticamente e juridicamente desprotegidas. Quando surge uma situação de crise, a Prefeitura se exime da responsabilidade, mas é ela quem tem o dever legal de estruturar o sistema.
Ele também mostrou como a administração fere a Lei Brasileira de Inclusão ) ao não garantir profissionais de apoio escolar, e nega o direito das crianças a um atendimento adequado, multidisciplinar e digno. Ao mesmo tempo, não garante ao conjunto dos alunos o direito a um ambiente seguro.
Germano também abordou os direitos das professoras e os limites do que pode ser exigido do magistério em situações de crise, um conhecimento essencial para quem está na linha de frente sem o suporte que deveria ter.

PRÓXIMO ENCONTRO
O quarto encontro do GT abordará questões que impactam a saúde das professoras e dos professores. Todo o magistério pode participar, mesmo quem não esteve nos encontros anteriores.
Estamos em meio ao período de seleção dos critérios de pontuação no procedimento de Crescimento Vertical, etapa essencial para garantir o avanço na carreira do magistério.

Muitas professoras e professores têm nos procurado com dúvidas sobre questões pontuais do processo, e percebemos que várias delas são comuns a muitos casos.

Por isso, faremos uma reunião online na segunda-feira (8), às 19h, para tirar essas dúvidas e garantir que toda a categoria tenha as informações necessárias para realizar essa etapa com segurança e dentro do prazo, que vai até 16 de junho.

Para participar, inscreva-se pelo link:

Após a inscrição, você receberá um e-mail de confirmação da plataforma Zoom com o seu link de acesso individual. Se não encontrar na caixa de entrada, verifique a pasta de spam. Em caso de dificuldades, entre em contato pelo WhatsApp.
A direção do SISMMAC se reuniu com a Superintendência de Obras da Secretaria Municipal de Educação (SME) na terça-feira (26) para tratar das condições estruturais das escolas da rede municipal e estabelecer um canal de diálogo que agilize a resolução dos problemas nas unidades.

Muitas estão em situação precária há anos. Durante os oito anos das gestões Greca/Pimentel, além de praticamente não construir novas unidades, as existentes sofreram com o abandono sistemático.

Lutamos muito para reverter esse quadro e, após as mobilizações e a greve deste ano, a gestão atual se comprometeu em ampliar os investimentos.

Na reunião desta terça, apontamos situações graves em diversas unidades, incluindo atrasos e problemas na execução das obras. A nova gestão da Superintendência reconheceu que foram identificadas falhas deixadas pela equipe anterior e afirmou que estão sendo corrigidas.

Ressaltamos a importância de garantir a participação das equipes das escolas nos projetos de reforma e ampliação, não apenas das chefias de Núcleo, afinal, quem trabalha nas unidades conhece as necessidades reais da comunidade. Os representantes da Prefeitura se comprometeram a garantir essa escuta e participação das equipes nos novos projetos.
Tratamos também da necessidade de refeitórios e cozinhas em todas as unidades, não apenas nas de tempo integral, e da saúde e segurança das comunidades escolares durante as obras, especialmente diante da exposição das crianças à poeira, entulhos e materiais que podem causar acidentes. A Superintendência se comprometeu a revisar processos e elaborar também um plano para resolver situações mais simples, como a remoção de materiais e móveis que chegam a ficar meses em corredores.

CONDUTA DAS EMPRESAS NAS OBRAS
Relatamos denúncias sobre comportamentos inadequados de funcionários das empresas contratadas para realizar as obras. A Superintendência se comprometeu a ser mais rígida nessa questão.

Nossa recomendação a todo o magistério: dependendo da gravidade da situação, as escolas têm autonomia para tomar providências, inclusive acionar a polícia se necessário.
O vice-prefeito de Curitiba, Paulo Eduardo Martins (Novo), usou um evento de pré-candidaturas para atacar os sindicatos. Poderia ter dedicado esse tempo para explicar por que a gestão da qual faz parte demorou meses para cancelar o convênio com o CredCesta, operado pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro, que aplicou golpes contra servidores municipais, deixando professoras com o nome sujo no SPC por contratos fantasmas, empréstimos que nunca existiram e cartões emitidos sem solicitação.

LIGAÇÕES
A chapa Pimentel/Paulo Martins foi apadrinhada por Ratinho Jr, cuja gestão também fez convênio com o CredCesta/Master, instituição promovida por seu pai, apresentador de TV. Detalhe: só entre 2022 e 2025, as famílias Ratinho e Vorcaro fizeram negócios de R$ 24 milhões.

No palco do evento, estavam Flávio Bolsonaro (PL), que recebeu milhões de Vorcaro e não consegue explicar o destino, e Filipe Barros (PL), que apresentou projeto semelhante à "Emenda Master" de Ciro Nogueira (União), investigado por receber até mesada de Vorcaro.

Importante: além de roubar servidores, o Banco Master roubou bilhões da previdência de estados e municípios. Ou seja, o dinheiro sujo distribuído por Vorcaro era também fruto do roubo de dinheiro público.

Paulo Martins ainda elogiou Sérgio Moro, que tenta derrubar o fim da escala 6x1 no Senado (propôs a escala 7x0), e Deltan Dallagnol. Ambos cumprem o papel vexatório de minimizar os escândalos do Banco Master com políticos (mas sobre o funcionalismo roubado, só resta silêncio).

E parabenizou o senador Rogério Marinho, que "encampou a tese de quebrar os sindicatos". O mesmo Marinho foi desmascarado ao vivo ao tentar repercutir fake news sobre o caso Master.

Nada é por acaso. Para esconder o envolvimento de parceiros políticos no maior crime financeiro da história, ele ataca os sindicatos, porque sabe que trabalhadoras sem organização ficam sem direitos e até sem proteção contra o roubo do salário.

Esse tipo de ataque contra sindicatos não é de graça. Afinal, o convênio com o CredCesta/Vorcaro só foi cancelado pela Prefeitura de Curitiba depois de fazermos muita pressão.

Sem sindicato forte, nossa categoria ainda estaria sendo roubada.
O adoecimento no magistério municipal de Curitiba cresce. Transtornos como depressão, ansiedade e síndrome de burnout vêm causando cada vez mais afastamentos na rede.

Por isso, além de lutar contra políticas que agravam o adoecimento, estamos atuando sobre as origens do problema.

NOVA LEGISLAÇÃO
No dia 18 de maio enviamos ofício ao secretário de Educação, Paulo Afonso Schmidt, à secretária de Gestão de Pessoal, Daniele Regina dos Santos, e à Procuradora-Geral do Município, cobrando o cumprimento da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), medida do governo Lula que passou a exigir, a partir de 26 de maio deste ano, que empregadores identifiquem, avaliem e controlem os riscos psicossociais no trabalho, inclusive no ambiente escolar.

O QUE SÃO RISCOS PSICOSSOCIAIS?
São fatores do ambiente e da organização do trabalho que afetam a saúde mental: sobrecarga de jornada, salas superlotadas, múltiplos papéis acumulados, exposição à violência escolar, pressão por resultados e a exigência emocional permanente do trabalho com crianças, adolescentes e famílias.

O magistério é um dos grupos ocupacionais mais expostos a esse conjunto de fatores, e a omissão do poder público em enfrentá-los tem custo: mais afastamentos, mais substituições, mais descontinuidade pedagógica.

E também gera mais gastos para a Prefeitura, que precisa contratar profissionais para substituir quem se afasta.

O QUE O SISMMAC COBRA?
No ofício, cobramos da Prefeitura um programa de gerenciamento de riscos psicossociais na rede municipal, com identificação dos perigos, avaliação dos riscos e plano de ação com medidas preventivas concretas.

Requeremos também a participação do SISMMAC e das professoras e professores nesse processo. Quem vive o cotidiano das escolas precisa ser ouvido para que as medidas sejam efetivas.

A violência crescente nas escolas, a precarização das condições de trabalho e o abandono histórico da rede são fatores que alimentam o adoecimento. Não basta tratar os afastamentos. É preciso enfrentar as causas. E seguiremos pressionando para que isso aconteça.
O Grupo de Trabalho (GT) de Educação Especial e Inclusiva do SISMMAC se reúne novamente nesta terça-feira (2), às 18h30, de forma online, pela plataforma Zoom.

Inscreva-se pelo link:
[acesse pelo nosso site - link na bio]

Após a inscrição, você receberá um e-mail de confirmação com o link individual de acesso. Se não encontrar na caixa de entrada, verifique a pasta de spam. Em caso de dificuldades, entre em contato pelo WhatsApp.

O encontro dará continuidade à análise da situação atual da rede municipal, para organizar a participação do magistério na disputa pelos rumos da educação inclusiva em Curitiba. Serão debatidos os aspectos legais, com a participação do assessor jurídico do SISMMAC, Germano Sureck.

Quem não participou dos encontros anteriores pode participar desta reunião.

Quanto mais professoras e professores estiverem presentes nessa construção, mais forte será a nossa intervenção e mais difícil será para a Prefeitura ignorar o que o magistério tem a dizer. A política de educação inclusiva precisa mudar. E essa mudança começa com a nossa categoria organizada.

SISMMAC's engagement

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Who is SISMMAC?

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How many followers does SISMMAC have?

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What is SISMMAC's engagement rate?

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What does SISMMAC post about on Instagram?

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