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About RAFA LUND
RAFA LUND (@rafalund) is a Fitness Trainer creator on Instagram, also filed under Fitness & Health. The account has 154,141 followers and 4,672 published posts. Recent posts average 24,733 likes and 185 comments, an engagement rate of 13.48%.
An audience of 154.1K puts RAFA LUND in the mid-tier, between 100,000 and 1 million followers. Set against 2,401 accounts followed, the audience works out to about 64 followers per account RAFA LUND follows. RAFA LUND carries Instagram's verified badge and uses an Instagram professional account. Flinque files RAFA LUND under Fitness Trainer, with Fitness & Health as a secondary category.
The Instagram bio for RAFA LUND runs to 21 words across 5 lines. Emoji sit alongside the words. The latest activity Flinque has on record for RAFA LUND dates from March 2026.
Story Highlights
Unlocking shows the title and cover image of every story highlight this creator keeps pinned to the profile.
4,672 Posts
Of the 10 most recent posts shown for RAFA LUND, 5 are carousels and 5 are videos. No single format accounts for most of them. With 4,672 posts published, RAFA LUND's archive runs well past the 2,000 mark. Against the audience, that is roughly 33 followers for each post published. RAFA LUND also keeps 13 story highlights on the profile. All 10 carry captions, averaging 172 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include maior, treino, ainda, pessoas and existe.
Quando o corpo muda, quando a barriga parece diferente, quando existe medo de piorar ou de nunca voltar a ser como antes, é natural querer uma resposta simples.
“Faz esse exercício.”
“Ativa esse músculo.”
“Treina o transverso.”
Mas o corpo não é tão simples assim.
O transverso participa, claro.
Mas ele não carrega essa responsabilidade sozinho.
A mulher não precisa de uma técnica milagrosa.
Ela precisa reaprender a confiar no próprio corpo.
Respirar sem medo.
Fazer força sem travar.
Controlar a pressão interna.
Organizar a parede abdominal.
Voltar a se mover com segurança.
Isso é função.
E função não depende de um músculo isolado.
Depende de um corpo inteiro trabalhando junto.
No fim, o objetivo não é “ativar o transverso”.
É devolver para essa mulher algo muito maior:
força, controle e confiança.
Salve esse post e envie para uma mulher que precisa ler isso com calma.
O mecanismo de alguns deles é interessante.
Os resultados em animais também podem parecer promissores.
Mas existe uma distância enorme entre ter potencial biológico e ter eficácia e segurança demonstradas em seres humanos.
Hoje, a maior parte da evidência ainda vem de animais e cultura de células. Os estudos humanos são pequenos, preliminares ou inexistentes, e nenhum desses peptídeos passou por ensaios de fase 3 capazes de demonstrar segurança e eficácia no longo prazo.
E esse é o ponto central: não estou dizendo que todos serão inúteis ou necessariamente perigosos.
Estou dizendo que ainda não sabemos.
A história da medicina está cheia de intervenções que pareciam brilhantes no início, mas só mostraram suas limitações — e, em alguns casos, seus riscos — quando foram testadas com mais pessoas e por mais tempo.
Além disso, existe outro problema pouco discutido: muitos desses produtos vêm do mercado cinza, sem garantia real de pureza, dose, esterilidade ou mesmo de que aquilo que está no frasco corresponde ao que foi anunciado.
Para o profissional, a postura responsável não é repetir o hype nem partir para o alarmismo. É reconhecer o potencial, explicar os limites atuais da ciência e não transformar hipótese em prescrição.
Escrevi um artigo completo aprofundando cada um desses compostos, os estudos existentes, o processo de aprovação de um fármaco e o que devemos responder quando o aluno pergunta sobre o tema.
O texto completo está disponível no Blog do Treino AI.
Salve este carrossel e envie para aquele profissional que precisa aprender a separar promessa, mecanismo e prova clínica.
A idéia é ajustar o treino para minimizar as dores e aumentar a capacidade para que a demanda que gerou essas dores não seja mais nociva.
Gerenciar dores é uma das coisas que eu mais faço no dia a dia como personal...
Aconte por aí também?
Por um lado, manter as escápulas fechadas pode ajudar na postura. Por outro, é uma forma de aumentar o trabalho realizado, já que a barra passa a percorrer uma distância maior.
Mas antes de decidir, a primeira coisa é entender a relação entre a escápula e a região torácica. Ela existe, só que não é direta. Dá para fechar a escápula com as costas arredondadas, e dá para manter a torácica ereta sem forçar a retração.
Quem sustenta a curvatura da coluna é a extensão da torácica, não o ato de juntar as escápulas. A retração é só um caminho que costuma carregar essa organização junto, e é por isso que funciona tão bem como recurso de consciência corporal com quem está aprendendo.
Feita essa distinção, o resto fica mais claro. Para uma pessoa treinada, os músculos que seguram a escápula fechada não são tão fortes quanto tronco e coxas. Somando isso ao fato de que a retração encurta os braços e obriga a barra a percorrer um caminho maior, insistir nessa posição sob carga alta pode ser até incoerente.
No entanto, para iniciantes ou moderadamente treinados, e para pessoas acima dos 40 que começam a sentir o peso da gravidade puxando os ombros para a frente, aproveitar o exercício para trabalhar postura pode ser interessante. Mesmo sabendo que talvez ela ainda não consiga sustentar isso perfeitamente.
Perceba que sempre existem prós e contras. Não é que um seja certo e o outro errado. Depende do contexto e do objetivo.
Para a maior parte das pessoas que eu atendo, faz sentido pedir que tentem manter a escápula fechada. Isso ajuda na manutenção das curvaturas e na consciência corporal. Mas à medida que a carga sobe e a pessoa fica mais treinada, eu tendo a ser bem mais leve com isso.
E ainda tem o caso do aluno com bastante cifose que, mesmo solicitado, não vai conseguir juntar as escápulas nem deixar a coluna totalmente reta. E tá tudo bem. O objetivo ali não é a retração impecável, é a melhor extensão torácica possível dentro do limite daquele corpo.
Nunca dá para generalizar. Mas os bons profissionais pesam os lados da equação na hora de selecionar os exercícios para cada cliente.
Por um lado manter as escápulas fechadas podem melhorar postura. Por outro, pode ser uma maneira de aumentar o trabalho realizado já que exige maior amplitude.
Além disso, para uma pessoa treinada, os músculos que mantém a escápula fechada podem não ser tão fortes como tronco e coxas, logo, pode ser até incoerente manter essa posição.
No entanto, para iniciantes ou moderadamente treinados, pessoas com mais de 40 anos que estão começando a sentir o peso da gravidade "forçar" eles para baixo, pode ser interessante aproveitar esse exercício para trabalhar postura.
Perceba que sempre existem prós e contras. Não é que um seja certo e o outro errado. Depende do contexto e do objetivo.
Para a maior parte das pessoas que eu atendo, faz sentido pedir que elas tentem manter a escápula fechada. Isso ajuda na manutenção das curvaturas e na consciência corporal.
No entanto, a medida que a carga sobe e a pessoa fica treinada, eu tendo a ser bem mais leve com isso.
E ainda tem o caso do aluno com bastante cifose que mesmo sendo solicitado não vai conseguir juntar as escápulas e manter a curva da coluna totalmente reta. E tá tudo bem...
Nunca dá pra generalizar. Mas os bons profissionais pesam os lados da equação na hora de selecionar exercícios para seus clientes.
Se você chegou até aqui, me diz: Concorda ou Discorda?
Comenta aqui embaixo o que você faz com os seus alunos ou no seu próprio treino.
Não existe uma base que sirva igualmente para todas as pessoas, mas eu sempre começo de uma média de pés um pouco além da linha dos ombros e ligeiramente virados para fora, mas vou individualizando entendendo o que funciona melhor para o meu aluno.
Pé reto.
Pé aberto.
Largura do ombro.
Largura maior que o ombro.
Mas na prática, não é assim que eu penso.
Minha recomendação geral costuma ser começar com os pés um pouco além da linha dos ombros e ligeiramente virados para fora.
Para a maioria das alunas, essa já é uma posição que tende a organizar melhor o movimento. Mas isso é só o ponto de partida. Não é ponto final.
Depois de algumas repetições, eu vou observando. Vejo como o quadril desce, como o joelho acompanha a base, como o pé se comporta no chão, se a aluna sente conforto, se consegue profundidade e se o movimento parece natural ou travado.
E junto com isso vem o feedback dela.
Tem aluna que se sente melhor abrindo um pouco mais.
Tem aluna que prefere uma base um pouco menos aberta.
Tem aluna que melhora só com um pequeno ajuste na ponta dos pés.
É por isso que eu gosto muito mais de trabalhar com observação e resposta do corpo do que com regra engessada.
No fim, a melhor posição não é a mais bonita no papel.
É a que entrega mais conforto, mais amplitude e mais qualidade.
E tem um detalhe que, para mim, quase sempre ajuda a organizar o raciocínio:
o joelho costuma funcionar melhor quando respeita a direção da base.
Ou seja, mais do que discutir se o pé tem que ficar reto ou virado para fora, o mais importante é entender qual posição permite que aquele corpo agache melhor.
Biomecânica, no treino, não serve para padronizar todo mundo.
Serve para fazer melhores escolhas.
Se você é profissional, esse tipo de detalhe muda a qualidade da sua prescrição.
Se você treina, muda a forma como você entende o seu próprio movimento.
E a conclusão principal é mais simples do que muita gente gostaria de ouvir.
Fazer o treino de força importa muito mais do que como você faz.
A maioria das variáveis que a indústria vende como essenciais (treinar até a falha, escolher entre máquina e peso livre, periodização complexa) não mudou consistentemente os resultados nos estudos.
O que realmente faz diferença? Poucas coisas: carga adequada ao objetivo, volume suficiente, frequência mínima de 2x por semana e, acima de tudo, conseguir manter o programa ao longo do tempo.
Não é sobre o treino perfeito. É sobre o treino que você de fato faz, semana após semana, mês após mês.
Separei os 5 pontos que eu considero mais importantes pra você nesse carrossel. Arrasta pro lado.
📎 Estudo completo: Currier et al. (2026). ACSM Position Stand: Resistance Training Prescription for Muscle Function, Hypertrophy, and Physical Performance in Healthy Adults. Med Sci Sports Exerc, 58(4), 851–872. DOI: 10.1249/MSS.
Salva esse post. Manda pra alguém que precisa parar de complicar o treino.
RAFA LUND's engagement
RAFA LUND's engagement rate on Instagram is 13.48%, over 6%, more than 6 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 7 followers. Likes outnumber comments by roughly 134 to 1, with 24,733 likes and 185 comments on an average post, so most reactions are taps rather than replies.
Engagement rate
13.48%
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Who is RAFA LUND?
RAFA LUND (@rafalund) is a Fitness Trainer creator on Instagram, also filed under Fitness & Health. RAFA LUND carries Instagram's verified badge and uses an Instagram professional account. The Instagram bio for RAFA LUND runs to 21 words across 5 lines.
How many followers does RAFA LUND have?
RAFA LUND has 154,141 followers on Instagram (154.1K). Set against 2,401 accounts followed, the audience works out to about 64 followers per account RAFA LUND follows. With 4,672 posts published, RAFA LUND's archive runs well past the 2,000 mark.
What is RAFA LUND's engagement rate?
RAFA LUND's engagement rate on Instagram is 13.48%, over 6%, more than 6 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 7 followers. Likes outnumber comments by roughly 134 to 1, with 24,733 likes and 185 comments on an average post, so most reactions are taps rather than replies.
What does RAFA LUND post about on Instagram?
Flinque files RAFA LUND under Fitness Trainer, with Fitness & Health as a secondary category. Of the 10 most recent posts shown for RAFA LUND, 5 are carousels and 5 are videos. The 10 recent Instagram captions Flinque holds for RAFA LUND repeatedly use the words maior, treino, ainda, pessoas and existe. RAFA LUND writes those captions mainly in Portuguese. RAFA LUND keeps 13 story highlights, which open with a free Flinque account.
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