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Lavinia Góes | Artista e Contadora de História da Arte (@lavinia.goes.art), Instagram profile photo
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Lavinia Góes | Artista e Contadora de História da Arte

Artist
@lavinia.goes.art
Te ajudo a ampliar seu repertório cultural e olhar através da História da Arte. Artista há 16 anos em Paris. Entre no Conversas sobre Arte ⤵️
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About Lavinia Góes | Artista e Contadora de História da Arte

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The Instagram bio for Lavinia Góes | Artista e Contadora de História da Arte runs to 25 words across 3 lines. The latest activity Flinque has on record for Lavinia Góes | Artista e Contadora de História da Arte dates from December 2025.

Story Highlights

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Desde março, a Bourse de Commerce apresenta Clair-obscur, uma exposição com obras da Collection Pinault que usa o legado do claro-escuro pra montar uma leitura contemporânea feita de contraste, ambiguidade e tensão entre o que aparece e o que permanece escondido.

Caravaggio radicalizou o chiaroscuro, mergulhando o mundo terreno numa escuridão penetrada por raios de luz. A sombra, pra ele, era condição de visibilidade. No subsolo da Bourse, Philippe Parreno retoma as Pinturas Negras que Goya pintou diretamente nas paredes de sua casa, sem pensar em exibição pública. Maria Martins entra por outro caminho: bronze, corpos híbridos, repertório mítico amazônico que a tradição europeia não comporta, mas que a exposição coloca em diálogo direto com ela.

A mostra fica até 24 de agosto e o guia Tempo de Olhar apresenta a Bourse de Commerce entre os 50 museus organizados pra você poder visitar Paris sabendo o que vai ver. Link na bio.

#conversassobrearte
#tempodeolhar
#historiadaarte
#artcontemporain
Trezentos e setenta e seis anos separam Michelangelo de Rodin. O Louvre reuniu as obras dos dois pela primeira vez, e o fio condutor é o corpo.

Pra Michelangelo, um ideal forjado pelo estudo da anatomia e da escultura clássica greco-romana. Pra Rodin, o corpo reconstruído pra expressar energia, tensão, movimento interior. Um trabalha por subtração no mármore. O outro modela por adição na argila, inventa a fragmentação, tira a escultura do pedestal.

Os dois trabalham o corpo como membrana: o que está visível na superfície carrega o que está invisível dentro. Força, sofrimento, alma. Uma pergunta que Bruce Nauman e Joseph Beuys, também presentes na exposição, mostram que continua aberta.

Michelangelo / Rodin: Living Bodies fica no Louvre até 20 de julho.

O Tempo de Olhar tem 50 museus organizados pra você.
Link na bio.
#conversassobrearte
#tempodeolhar
#louvre
#michelangelo
#rodin
A Bienal de Veneza abre no dia 9 de maio. Mas ela já está acontecendo há meses... Koyo Kouoh, a primeira mulher africana a chefiar o evento, foi anunciada curadora em dezembro de 2024. Em maio de 2025, morreu. A equipe que ela mesma reuniu decidiu continuar, realizar a exposição como ela havia concebido, e preservar o projeto In Minor Keys como legado institucional.

Desde então, a Bienal acumulou crises. O júri, presidido pela curadora brasileira Solange Farkas e escolhido pela própria Kouoh, renunciou em bloco em 30 de abril, nove dias antes da abertura, em protesto à participação de Rússia e Israel. A resposta da instituição foi abolir os Golden Lions tradicionais e criar dois Leões dos Visitantes: pela primeira vez na história da Bienal, o público vota no melhor participante e na melhor participação nacional.

A Rússia volta ao Giardini pela primeira vez desde 2022, mas seu pavilhão ficará fechado ao público durante toda a exposição. Israel mantém presença contestada, com mais de 170 artistas e curadores pedindo sua exclusão. No meio de tudo isso, o Pavilhão do Brasil chega renovado, com curadoria de Diane Lima e obras de Adriana Varejão e Rosana Paulino.

Em 2026, acompanhar a Bienal exige uma visão mais ampla. No carrossel, o contexto que falta antes de entrar nos pavilhões. Depois me conta o que você achou disso tudo.

#bienaldeveneza
#artemcontemporanea
#circuitodaarte
#historiadaarte
#conversassobrearte
Durante séculos, a mesma pessoa podia desenhar, projetar, pintar e construir. No Renascimento, um único criador concentrava funções que hoje pertencem a carreiras inteiramente separadas. A divisão que parece natural entre arquiteto, designer e artista tem menos de 200 anos.

Essa separação surgiu junto com a industrialização, a escala das obras e a necessidade de padronizar funções. Imaginar, projetar, calcular e executar deixaram de coexistir com a mesma naturalidade. O trabalho ganhou eficiência, mas as fronteiras entre as profissões passaram a ser sustentadas por instituições, formação e reconhecimento social.

E quando as funções se separam, muda junto quem pode decidir, assinar e reivindicar autoria sobre o resultado. A especialização reorganiza poder, não só competências.

Ler essa história assim muda o ângulo da discussão: a separação das profissões criativas não é uma evolução inevitável. É uma escolha histórica ligada a uma época específica e a uma lógica específica de organizar o trabalho.
Quer entender como a história da arte transforma a prática criativa?

Conheça o Conversas sobre Arte. Link na bio.

#historiadaarte
#profissionaiscriativos
#arquitetura
#design
#conversassobrearte
O novo quase nunca nasce do zero e pode vir do uso radical do passado.

Essa é a lógica que aparece quando você olha pra cadeia Ticiano, Manet, Picasso. O Concert Champêtre oferece uma estrutura. Manet desloca essa estrutura pra outro contexto e produz um choque que muda completamente a leitura da imagem. Décadas depois, Picasso usa a icônica "Déjeuner sur l'Herbe" sur como campo de experimentação, desmonta a composição e a reconstrói em série.

A referência serve pra atualizar o problema, reabrir a forma, mudar a leitura pública da imagem.
Se você trabalha com visualidade e quer entender como o repertório histórico transforma decisões criativas, o Conversas sobre Arte existe pra isso. Link na bio.

#historiadaarte
#repertoriocriativo
#conversassobrearte
#manet
#picasso
Alexander Calder chegou a Paris em 1926 com 28 anos e foi pra Montparnasse, que era então o centro do mundo artístico internacional. Montou um circo em miniatura com arame, cortiça, borracha e tecido e começou a apresentar pra uma plateia totalmente avant-garde. Fernand Léger, Le Corbusier, Joan Miró e Mondrian estavam na plateia.

Em outubro de 1930, Calder visitou o ateliê de Mondrian na rue du Départ. O espaço inteiro era uma obra: paredes brancas, móveis pintados de preto ou branco, a vitrola vermelha, retângulos coloridos de papelão fixados na parede como experimentos em andamento. Saiu de lá totalmente fascinado. A partir daí fez suas primeiras composições inteiramente abstratas e desenvolveu o que Marcel Duchamp, um ano depois, chamaria de móbile.

Antes de Calder, a escultura era imóvel. Ele introduziu o movimento real como material. Não a ilusão de movimento, o movimento mesmo. Ar, luz, equilíbrio, acaso, leveza… Em 1952 ganhou o Grand Prix de escultura na Bienal de Veneza. Em 1969 fez uma escultura de 13 metros pra uma praça pública em Grand Rapids, Michigan, a primeira obra de arte pública financiada integralmente pelo governo americano.

A retrospectiva na Fondation Louis Vuitton vai até 16 de agosto e reúne quase 300 obras: os móbiles que flutuam dentro da arquitetura do Gehry, os stábiles monumentais no jardim, os retratos em arame, as joias. E o Cirque Calder (1926-1931), emprestado pelo Whitney Museum excepcionalmente. É uma das exposições mais importantes do ano em Paris. Vale ir com calma eu fiquei pelo menos duas horas lá com a minha família.

Se você quer visitar Paris com repertório visual, vem conhecer o guia de museus Tempo de Olhar. O link tá na bio.

#conversassobrearte #alexandercalder #fondationlouisvuitton #tempodeolhar #mobiles
Monet chegou a Giverny em 1883 e passou ali os últimos 43 anos de sua vida. Ele projetou cada canteiro, organizou as espécies em relação à luz e à cor em cada estação, desviou um braço do rio Epte para construir o lago, claramente inspirado das gravuras japonesas que ele colecionava. E dali nasceram as Nymphéas, que ocupam toda a fase final da obra.

Depois da morte dele, em 1926, a propriedade fechou. O jardim ficou abandonado por décadas e a casa sofreu danos durante a Segunda Guerra Mundial. A reabertura ao público aconteceu em 1980, depois de um trabalho rigoroso de restauração conduzido pela Fondation Claude Monet, com base em fotografias de época e nas cartas do próprio artista.

Visitar na primavera muda a experiência. A lógica do jardim se ativa: tulipas, narcisos, glicínias cobrindo a ponte japonesa, a luz muito próxima daquela que aparece nas telas. Uma explosão de cores.

Abril e maio têm maior procura e vale reservar com antecedência. Fomos de tarde e durante a semana para evitar a horda dos turistas matinais, dica preciosa da Gabi da, que oferece vários passeios por aqui.

Mesmo com filas e muita gente a visita é um desbunde. Se você quiser se preparar pra visitar Paris com mais repertório visual, o guia de museus Tempo de Olhar tá na bio.
#conversassobrearte #tempodeolhar #claudemonet #impressionismo
O que faz uma visita a um museu ser memorável? Não é só o acervo. É o modo como somos afetados, a percepção de contextos, as imagens que nos interpelam.

Depois de 16 anos morando aqui em Paris, criei este guia. Uma curadoria de 50 museus de arte organizados cronologicamente, da arte pré-histórica à contemporânea. Não checklist. É um passeio visual pensado por quem percorre esses espaços há anos.

São 154 páginas com descrições de acervo, conexões entre períodos, informações práticas atualizadas e um mapa interativo pra você traçar seu próprio caminho pela história da arte.

Este guia é pra quem ama arte. Viajantes culturais e profissionais que trabalham com estética e imagens, aqueles que querem afinar o olhar e ampliar repertório. Pra quem entende que visitar museus pode ser uma super virada de chave.

A partir de janeiro de 2026, uma entrada no Louvre vai custar R$ 198 para visitantes não -europeus. O Tempo de Olhar custa R$ 197 agora no lançamento. O mesmo valor de um único ingresso que te dá acesso imediato ao guia pra você sonhar ou planejar sua próxima viagem.

Como artista e educadora, acredito que a história da arte é uma lente transformadora. Este guia é meu convite pra você descobrir Paris através do tempo, o seu tempo.

Garantia de 7 dias. Link na bio ou acesse
Oi! Pra você que não me conhece, muito prazer. Eu sou a Lavinia Góes, artista plástica, designer e contadora de História da Arte. Vivo em Paris há 16 anos com meu marido Damien, e nossos filhotes adolescentes Victor e Alexia.

A arte sempre foi minha forma de estar no mundo. Não aquela coisa distante e elitista, mas como exercício diário de olhar, de presença, de tentar entender o que nos move. Criei o Conversas sobre Arte para compartilhar o que eu penso, vejo e acredito. Um projeto que une História da Arte, sensibilidade e pensamento visual, tornando a arte uma ferramenta acessível e prática.

Minha pesquisa parte da cadeira como fio condutor, da cor como identidade franco-brasileira e da cerâmica como gesto ancestral. Aqui você vai me ver pintando, visitando museus e exposições, escrevendo sobre arte, investigando processos criativos.

Medito todos os dias. Acredito que o silêncio é parte essencial do processo criativo e adoro olhar pro céu. E sim, também amo sorvete de menta, queijo brie, salaminho e ouvir jazz, funk, MPB e disco enquanto trabalho.

Obrigada por me acompanharem aqui. Se você quer fazer parte dessa conversa, se inscreva no grupo Conversas sobre Arte. Escreve LAVIS nos comentários que eu te mando o link.

Beijoca,

Lavis
Já estava mais do que na hora de eu apresentar o meu projeto, né? O Conversas sobre Arte é uma plataforma de educação visual e sensibilidade cultural criada por mim, Lavinia Góes.

O projeto amplia o repertório e fortalece o pensamento criativo de quem trabalha com imagens.

A partir da metodologia sente/arte, une História da Arte, prática contemporânea e tecnologia em uma abordagem interdisciplinar.

Oferece mentorias, consultorias e acompanhamentos personalizados, além de um blog de conteúdo gratuito e, em breve, cursos gravados de História da Arte.

Se você quer acessar o grupo exclusivo do Conversas sobre Arte no WhatsApp, digite “Arte” e eu te envio o link no Direct.

Voilà!

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Who is Lavinia Góes | Artista e Contadora de História da Arte?

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