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About Isis Medeiros
Isis Medeiros (@isis.medeiross) is a Photographer creator on Instagram, also filed under Photography & Video. The account has 20,246 followers and 612 published posts. Recent posts average 1,300 likes and 52 comments, an engagement rate of 5.77%.
With 20.2K followers, Isis Medeiros is a micro creator by the common 10,000 to 100,000 definition. Isis Medeiros follows 5,670 accounts, so the audience is roughly 3.6 times the size of the list followed. Isis Medeiros uses an Instagram professional account. Flinque files Isis Medeiros under Photographer, with Photography & Video as a secondary category.
The Instagram bio for Isis Medeiros runs to 9 words across 3 lines. Emoji sit alongside the words. The latest activity Flinque has on record for Isis Medeiros dates from August 2020.
Story Highlights
Unlocking shows the title and cover image of every story highlight this creator keeps pinned to the profile.
612 Posts
Of the 10 most recent posts shown for Isis Medeiros, 7 are carousels, 2 are single images and 1 is a video. That mix leans toward carousels. Isis Medeiros has built a substantial archive of 612 posts. Against the audience, that is roughly 33 followers for each post published. Isis Medeiros also keeps 13 story highlights on the profile. All 10 carry captions, averaging 228 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include vale, tudo, exposição, projeto and jequitinhonha. The captions tag #aquedadoceu, #mineraçãomata, #privatizaçãomata, #valeassassina and #valenada.
E já aproveito para anunciar a abertura da próxima exposição no Rio de Janeiro no dia 2 de julho, no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Meu agradecimento ao povo do Vale que vem enfrentando mais um ciclo de exploração, mas segue lutando por respeito, dignidade e soberania mineral em seus territórios.
Ver essa exposição acontecer aqui, junto às comunidades que vivem cotidianamente as consequências da exploração de lítio, mineral considerado fundamental para transição energética mundial, tornou tudo ainda mais significativo e potente. Agora essa mensagem vai chegar em outros territórios!
Minha admiração e gratidão ao e toda equipe de professoras/es e servidores que desde o início acolheram este trabalho com tanto cuidado, compromisso e carinho.
E aos parceiros e apoiadores que tornaram essa realização possível:
Vocês foram fundamentais para que este projeto se concretizasse!
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Este projeto foi fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia – 17ª Edição.
Uma das experiências mais bonitas da construção de ‘Zona de Sacrifício: do ouro ao pó’ foi a monitoria da exposição, construída pela incrível professora Tati, sou fã!
As alunas e alunos foram muito além da função de monitores e colaboradores. Durante dois meses, receberam cada visitante com cuidado, atenção e generosidade, mantendo viva a experiência da exposição dentro daquela casa. Aprendi com vocês muito mais do que imaginam!
É profundamente simbólico que um trabalho construído ao longo dos últimos anos, documentando o avanço acelerado da mineração no Vale do Jequitinhonha, tenha encontrado abrigo justamente em Araçuaí, uma das primeiras cidades impactadas pela corrida do lítio,o « ouro » da corrida pela transição energética.
Também é impossível não refletir sobre o fato de que muitos estudantes estavam visitando, pela primeira vez, uma exposição de fotografia ou de arte. Isso revela tanto a potência desse encontro quanto a histórica falta de investimentos em bens culturais na região.
Raramente presenciei um trabalho tão coletivo, generoso e bonito. Vocês abraçaram a exposição como se fosse de vocês, ajudando a construir pontes entre as imagens, o território e as pessoas que passaram por ali. Vocês fizeram com paixão, tanto quanto eu. Isso fez toda diferença!
Este post é um agradecimento especial a Yasmim Lorrane, Danielly Porto, Maria Helena, Maria Eduarda, Maria Izabel, Davi Aguilar, Lívia Dias Pereira, Suzana Sousa Ramalho, Roviane Moreira Sá, Ryan Sousa, Joany Alves Caldeira e Ângela Freire, além dos demais monitores, monitoras e bolsistas do Projeto Casa de Cultura e Memória dos Povos Tradicionais do Vale do Jequitinhonha que contribuíram para tornar essa experiência possível.
Meu desejo é que existam cada vez mais oportunidades para que jovens como vocês possam seguir ocupando e transformando os espaços da cultura. O Vale conquistou meu coração e meu respeito, nunca conseguirei retribuir tudo o que recebo aqui.
A exposição encerra aqui, mas os laços que ela criou permanecerão. Obrigada por tudo e tanto!
Levo vocês comigo!
Fotos:
Enquanto o Congresso brasileiro entrega de bandeja nossos recursos minerais ao interesse estrangeiro, essa é a imagem real da mineração sustentável do lítio “verde” que estão praticando há 3 anos no Vale do Jequitinhonha, na maior mina do Brasil. É esse o projeto revolucionário que o governador Zema prometeu carbono zero: reduzir os veículos movidos a gasolina por carros elétricos, usar nosso lítio, nióbio e terras raras para produzir desenvolvimento tecnológico e armamento bélico para as guerras que estão criando no mundo inteiro. Transformar nossas montanhas em chips, eletrônicos e baterias, deixando somente crateras, pó, doenças, rios secos e terra arrasada, sem nenhuma contrapartida social e financeira para desenvolvimento da região e para o próprio país.
É daqui, desse solo riquíssimo, território importantíssimo para a cultura e a sociobiodiversidade brasileira, que encontraram os recursos mais cobiçados do século. E estão usando todos os tipos de estratégias violentas para dominar o território e colocar a vida de tudo em risco.
Se nada for feito, cenas como essa vão se tornar cada vez mais comuns no Brasil.
Se seguirem com esse projeto de avanço da exploração sem beneficiamento e industrialização, só vai sobrar mesmo pedra sobre pedra, desmoronando em cima de comunidades tradicionais, matando mais rios e destruindo nossas riquezas, nessas que viraram verdadeiras zonas de sacrifício do mundo.
É inadmissível a pressa com que aprovaram ontem, em caráter de urgência, um projeto de lei que coloca em cheque a soberania do país às vésperas de uma eleição que ameaça o Brasil. A quem interessa entregar o país nas mãos dos EUA, China, Austrália, Canadá? Infelizmente, a lógica colonial de entregar nossas riquezas a preço de nada, usando recurso público, o que só nos reafirma como colônia das potências mundiais.
Já levaram ouro, diamantes, ferro e níquel… agora a disputa está clara: quem vai levar nossos minérios estratégicos recém-descobertos?
Mineração sustentável para quem?
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Comunidade Piauí Poço Dantas, Itinga -Vale do Jequitinhonha (MG)
Fotos: Isis Medeiros
Edição:
Produção:
Depois do sucesso do lançamento da exposição ‘Zona de Sacrifício: do ouro ao pó’, decidimos expandir o prazo para que mais pessoas possam visitar e refletir sobre um tema que é urgente no Brasil e no mundo de hoje.
A exposição trata da chamada transição energética global e dos impactos que ela vem gerando nos territórios. Em um momento em que o Brasil está no centro de interesses internacionais por seus minerais estratégicos, é fundamental entender o que está acontecendo com as comunidades que vivem nesses lugares.
No Vale do Jequitinhonha, esse processo se materializa na extração do lítio, mineral essencial para a produção de baterias e carros elétricos, apresentado como solução “verde”, mas que tem gerado profundas transformações sociais e ambientais, transformando territórios em verdadeiras zonas de sacrifício.
Ao longo das últimas semanas, temos recebido escolas, diversos grupos e +600 moradores da região, e tem sido emocionante perceber a repercussão do trabalho no território.
Seguimos com o compromisso de fazer o projeto chegar cada vez mais longe, ampliando o debate e a visibilidade sobre um tema que é central para o presente e o futuro.
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📍 Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) – Campus Araçuaí (MG)
📆 Em cartaz até 30 de maio (quartas e sextas de 13h30 às 16h30)
🎟 Entrada gratuita
ESTE PROJETO FOI FOMENTADO PELO PRÊMIO FUNARTE MARC FERREZ DE FOTOGRAFIA – 17ª EDIÇÃO
Foi tempo de descanso, escuta interna e transformação, em que deixei morrer expectativas, processos, histórias e uma relação com o mar que atravessou profundamente meu ano de 2025. Um ano em que me permiti morrer, mas que busquei viver, viver muito, na mesma intensidade! Permitir que essa morte simbólica me atravessasse abriu espaço para renovar minha energia e meu olhar sobre a própria vida e a fotografia.
Ao longo de dois meses, em convivência com outros 25 artistas, construí minha própria leitura sobre as ‘Gardiennes de la mer’, não como presença física, mas como uma força que atravessou tudo o que vinha sentindo e vivendo ao longo deste que foi o ano emocionalmente mais difícil da minha vida! A série que desenvolvi é muito maior do que este recorte, mas a exibição das imagens nessa primeira exposição marca um pequeno fragmento dessa travessia, um gesto de retorno ao corpo, à casa e a um novo ciclo da minha vida e criação.
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Série: Prelúdio do fim
Exposição: Gardiennes de la mer
Curadoria:
Registros:
Le Pradet, França
2025/2026
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[ As obras da exposição estão disponíveis para aquisição, em tiragem limitada ]
A primeira exibição está no casarão histórico, patrimônio da cidade de Araçuaí, cuidado pelo. Foi a primeira exposição realizada no Casarão, o que tornou tudo mais desafiador, suas paredes tombadas e a estrutura centenária de adobe deram espaço para as fotografias e abriram caminho para que este lugar se consolide como espaço de cultura e memória da cidade.
A exposição foi pensada para ocupar 5 salas temáticas, criando um circuito expositivo que percorre a história do Vale do Jequitinhonha até chegar nos dias de hoje com a nova corrida mineral pela extração de lítio:
Terra ancestral — o ouro
Zona de sacrifício
Lítio verde?
O progresso em pó
Ateliê resistência
Um percurso que atravessa memória, território e o momento presente
Contei com expografia de, curadoria de, produção de e design de. Sem esse trabalho cuidadoso não teríamos conseguido montar a exposição respeitando a estrutura histórica do casarão.
Não posso deixar de dizer do apoio de todas e todos professores, diretores, alunos e trabalhadores terceirizados do Instituto Federal, que foram essenciais para que a exposição estivesse de pé.
Instituições, universidades como UFMG e UFVJM, organizações sociais, movimentos sociais, lideranças comunitárias e tantas pessoas caminharam junto com esse projeto desde o início, há 3 anos!
Mas acima de tudo, meu agradecimento vai para o povo. Cada pessoa, na sua comunidade e no seu território, foi importante para que TUDO fosse possível.
Fotos
📍A exposição em cartaz até o dia 30/04 no Instituto Federal de Araçuaí - MG
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ESTE PROJETO FOI FOMENTADO PELO PRÊMIO FUNARTE MARC FERREZ DE FOTOGRAFIA – 17ª EDIÇÃO
Nem nos meus sonhos mais profundos eu poderia imaginar uma abertura tão forte e bonita como foi essa primeira edição. A receptividade e o carinho com que fui recebida desde o início, há 3 anos, quando comecei a pesquisa sobre o tema, marcaram profundamente essa trajetória.
Ao longo do caminho, uma equipe maravilhosa foi se juntando e fortalecendo este projeto sobre o avanço da exploração de lítio para produção de baterias e tecnologias que abastecem os interesses globais, enquanto transformam drasticamente os territórios onde essa mineração acontece.
Conseguimos reunir pesquisadoras, cientistas, professores, universidades, escolas, jornalistas, movimentos sociais, instituições, igreja, organizações socioambientais e mandatos políticos em torno de algo comum: defender o território e as pessoas do Vale de se tornarem mais uma zona de sacrifício da exploração mineral em nome da chamada transição energética “verde”.
Realizamos a abertura da exposição fotográfica, lançamos documentários e rolou a apresentação da peça Zona de Sacrifício, de, além de diálogos muito potentes com a comunidade de Araçuaí que lotou o auditório dois dias consecutivos, com a presença marcante da juventude de toda a região do Vale do Jequitinhonha. Contamos com a participação da deputada indígena que fortaleceu esse encontro em defesa do território, da memória e do futuro das comunidades tradicionais.
Minha admiração especial ao, que se empenhou desde o princípio em acolher o trabalho com tanto cuidado e carinho!
Agradeço profundamente aos nossos apoiadores:
Vocês são essenciais para que tudo isso seja possível!
Fotos:
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ESTE PROJETO FOI FOMENTADO PELO PRÊMIO FUNARTE MARC FERREZ DE FOTOGRAFIA – 17ª EDIÇÃO
O Acampamento Terra Livre (ATL) é considerado a maior mobilização indígena do mundo! É realizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em 2022 o ATL veio a Brasília com o tema ‘Retomando o Brasil: Demarcar Territórios e Aldear a Política’. Ao longo de dez dias de mobilização, mais de 8 mil pessoas de 200 povos indígenas das cinco regiões do país participaram do ATL.
Acampamento Terra Livre 2022. Brasília
Cobertura para
#aquedadoceu
“Isis disse que não sabe de um homem de mais sorte do que eu. Eu converso todos os dias com o ‘Todo Poderoso’, com todas nossas senhoras e todos nossos senhores. Às vezes eu tô rezando e minha idéia fica rodando. Depois que eu deito, eu rezo do “Creio em Deus até a Salve Rainha”, igual nós dois reza no meio da estrada. Aí eu penso assim: eu tenho tanta coisa, e lembro tanta coisa boa… é Deus! Tudo que eu pensei na minha vida eu tenho. Costumo até perder o sono.
Lembro de mamãe que ensinava nós a rezar. Aí quando eu lembro, falo assim: ‘vou fazer um pedido pra essa pessoa aqui.’ Faço o pedido e rezo lembrando dela. E ainda falo assim: ‘se ainda quiser ceder pra alguma outra pessoa que mais precisa, cede!’
Eu discuto com elas (as almas) também. De vez em quando eu falo assim: ‘as almas que tenham dó de mim, lá vai brasa...’ Quando eu vou rezar, às vezes esqueço tudo, e também os nomes das pessoas que já morreram, aí eu falo assim: ‘essa oração é pra tudo que eu esqueci.’ “
Osvaldo
Limoeiro, 2020
Escritórios de gerência e comando na sede da VALE - Mina do Feijão - Brumadinho(MG)
Fotos: Isis Medeiros
#MineraçãoMATA #PrivatizaçãoMata #ValeAssassina #ValeNada #crime
Isis Medeiros's engagement
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Engagement rate
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Who is Isis Medeiros?
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How many followers does Isis Medeiros have?
Isis Medeiros has 20,246 followers on Instagram (20.2K). Isis Medeiros follows 5,670 accounts, so the audience is roughly 3.6 times the size of the list followed. Isis Medeiros has built a substantial archive of 612 posts.
What is Isis Medeiros's engagement rate?
Isis Medeiros's engagement rate on Instagram is 5.77%, between 3% and 6%, or 3 to 6 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 17 followers. An average post collects 1,300 likes and 52 comments, close to 25 likes for each comment.
What does Isis Medeiros post about on Instagram?
Flinque files Isis Medeiros under Photographer, with Photography & Video as a secondary category. Of the 10 most recent posts shown for Isis Medeiros, 7 are carousels, 2 are single images and 1 is a video. The 10 recent Instagram captions Flinque holds for Isis Medeiros repeatedly use the words vale, tudo, exposição, projeto and jequitinhonha. Isis Medeiros's captions carry hashtags such as #aquedadoceu, #mineraçãomata and #privatizaçãomata. Isis Medeiros writes those captions mainly in Portuguese. Isis Medeiros keeps 13 story highlights, which open with a free Flinque account.
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