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About INSTITUTO POIMÊNICA
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The Instagram bio for INSTITUTO POIMÊNICA runs to 20 words. The latest activity Flinque has on record for INSTITUTO POIMÊNICA dates from June 2026.
Story Highlights
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1,154 Posts
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O que torna o evangelho e a cruz de Cristo essenciais para o aconselhamento cristão?
Neste episódio, conversamos com Gilson Santos sobre o livro Aconselhamento a partir da cruz, de Elyse M. Fitzpatrick e Dennis E. Johnson.
Ao longo da conversa, exploramos temas centrais da obra, como:
❤️ Como ajudar pessoas que enfrentam culpa, sofrimento e lutas espirituais à luz da obra de Cristo?
📖 Qual é a diferença entre o aconselhamento bíblico e outras abordagens de cuidado emocional?
🌱 Como a mensagem da cruz promove transformação real na vida cristã?
Ouça agora e compartilhe com quem precisa dessa conversa.
▶ Acesse o link na bio e assista no YouTube!
Disponível também nas plataformas de áudio.
#Podcast #EdiçõesVidaNova #Aconselhamento #Cruz #Espiritual
Estruturas podem mudar.
Mas homens e mulheres formados para servir a Cristo continuam a influenciar gerações."
#discipulado
#mentoriapastoral
#ministeriopastoral
#treinamento
#liderança
O sermão está disponível em Vídeo e Áudio (Youtube/Spotify).
Não consigo mensurar o quanto foram maravilhosas as mensagens, que aliviaram nossos corações e nos encheram de esperança.
Além de tudo o que foi pregado, algo me marcou: a d. Pérola, esposa de pr. Ricardo, a quem ainda eu não tinha sido apresentada, ao terminar uma das pregações, após tocar o último hino, de forma esplendorosa como sempre fez, veio até onde eu estava sentada e me disse: "preciso dar-lhe um abraço, pois me contagiou a forma como cantava, com sorriso de alegria." A partir daí, cultivamos uma grande amizade.
Nos tornamos participantes frequentes da Conferência, estreitando nossa amizade com d. Pérola e pr. Ricardo, servos fiéis, sempre cheios de novos projetos para levar o Evangelho a mais pessoas, além de ajuda aos pastores.
Nossa filha mais velha foi à Conferência com 7 meses, na caravana de nossa cidade, organizada por nosso grande e saudoso amigo pr. Ismael. Ela conheceu quem hoje é seu esposo na Conferência para Jovens. Ano passado, fomos juntos à Conferência com nossos dois netos.
Nossa segunda filha, participou desde bebê das Conferências também. Elas cresceram na Fiel.
O tempo passou, a amizade com o pr. Ricardo foi crescendo, até que Deus nos levou para São José dos Campos, com o apoio dele. Gilson se tornou pastor da Igreja Batista da Graça, cooperando também com a Editora Fiel.
Hoje, estamos em Portugal, como missionários de nossa igreja.
A Fiel fez e faz parte da história de nossa família.
Louvo a Deus por pr. Ricardo que empreendeu sua vida ali, por Marilene Pascoal, e tantos outros. Louvo a Deus por pr. Tiago, nosso grande amigo, que tem dado continuidade aos sonhos de pr. Ricardo, levando a Palavra de Deus ao mundo, e todos que já passaram por ali e por aqueles que ainda estão dedicando suas vidas a essa maravilhosa obra.
Que Deus continue abençoando o trabalho realizado pela Editora Fiel há 60 anos.
(Lisboa, 2/6/2026)
Mas no início do século XVI, por iniciativa de D. Manuel I, a corte transferiu-se progressivamente para a margem do rio, onde surgiu o Paço da Ribeira. A mudança não representou apenas uma nova residência para o rei, mas também nova visão do reino.
O poder desceu ao Tejo porque o centro da vida portuguesa já não estava apenas nas fronteiras terrestres, mas no mar. As armadas partiam da barra de Lisboa; mercadorias, notícias e diplomatas chegavam de África, da Índia e do Atlântico. Junto ao novo paço concentravam-se instituições fundamentais da expansão marítima, como a Casa da Índia, os estaleiros da Ribeira das Naus e estruturas ligadas ao controlo do comércio ultramarino.
A própria cidade começou então a reorganizar-se em torno da frente ribeirinha. A zona do futuro Terreiro do Paço foi sendo regularizada e ampliada, transformando-se progressivamente num dos grandes espaços públicos de Lisboa.
A mudança tinha também um significado simbólico profundo. O velho centro político da colina medieval exprimia segurança e defesa. O novo centro ribeirinho exprimia movimento, comércio e projecção oceânica. Lisboa, para além de capital de um reino europeu, afirma-se como capital atlântica.
Nem o terramoto de 1755 apagou completamente essa transformação. O Paço da Ribeira desapareceu, mas a reconstrução pombalina manteve naquele mesmo lugar a Praça do Comércio, preservando a orientação ribeirinha do centro representativo da cidade.
Quando o poder desceu ao Tejo, Lisboa não abandonou a sua história anterior, nem deixou de ser a cidade das colinas, das muralhas e da memória medieval. Mas, nesse eixo político e simbólico, a cidade passou progressivamente a organizar-se em torno da abertura atlântica, consolidando uma identidade que marcaria profundamente a sua história urbana, política e cultural nos séculos seguintes.
Em nome da paciência, por vezes chamamos virtude ao que pode ser apenas medo do conflito, necessidade de aprovação ou incapacidade de sustentar firmeza moral. O problema é que o Novo Testamento nunca apresenta a paciência cristã como passividade diante do mal.
Cristo é o exemplo mais evidente disso. Ele foi extraordinariamente paciente com os fracos, os lentos, os pecadores arrependidos e os discípulos imaturos. Suportou incompreensões, humilhações e injustiças sem perder a mansidão. Contudo, o mesmo Cristo também confrontou a hipocrisia religiosa, a exploração espiritual e a corrupção do culto. No templo, derrubou mesas, expulsou vendilhões e denunciou: “tendes transformado [a casa de oração] em covil de salteadores” (Mc 11.17).
Isso nos obriga a rever uma ideia moderna bastante comum: a de que amor verdadeiro jamais confronta. Na Escritura, paciência não significa indiferença moral. A paciência cristã é a graça que nos capacita a suportar pessoas, processos e sofrimentos sem ceder ao ódio, ao orgulho ou ao descontrole. Mas ela não elimina a responsabilidade de resistir ao mal quando o amor à verdade, ao próximo e à glória de Deus o exigem.
Existe, portanto, uma "falsa paciência"? Sim, existe. Qual? A que tolera abusos indefinidamente; a que se cala diante da mentira; a que evita confrontos por covardia; a que prefere paz aparente à verdade; a que confunde mansidão com ausência de coragem.
Ao mesmo tempo, o episódio de Cristo no templo não autoriza agressividade carnal nem temperamentos explosivos travestidos de “zelo santo”. O mesmo Jesus que purificou o templo também lavou pés, chorou sobre Jerusalém e orou por seus inimigos.
A diferença está no coração. A impaciência pecaminosa nasce do ego ferido. O zelo santo nasce do amor ordenado — amor a Deus, à verdade e ao bem real das pessoas.
Talvez uma das maiores dificuldades do cristão contemporâneo seja justamente esta: aprender a unir mansidão e coragem. Amar sem omissão. Confrontar sem ódio. Permanecer paciente sem se tornar moralmente passivo. Porque, afinal, nem toda firmeza é falta de amor e nem toda tolerância é virtude.
Nascido provavelmente nas primeiras décadas do século XII, Gualdim Pais pertenceu à geração ligada ao reinado de D. Afonso Henriques e à expansão cristã do reino, participando de incursões e conquistas. A sua figura emerge sobretudo através da Ordem do Templo, uma das principais instituições militares e senhoriais da época.
Como Mestre do Templo em Portugal, cargo que exerceu durante várias décadas até à sua morte, em 1195, Gualdim Pais desempenhou papel decisivo na implantação templária no centro do território português. A sua acção esteve particularmente ligada ao vale do Tejo, então uma das zonas mais sensíveis da fronteira do reino.
O nome de Gualdim Pais permanece sobretudo associado à fundação do castelo de Tomar, tradicionalmente datada de 1160. Mais do que uma fortaleza isolada, Tomar integrava uma rede defensiva e administrativa destinada a proteger o território, apoiar o povoamento e consolidar o avanço cristão para sul. Outros castelos templários, como Almourol, Pombal, Monsanto ou Idanha, ficaram igualmente ligados à sua memória, embora nem todos com o mesmo grau de certeza documental.
Entre esses casos, Almourol possui um testemunho particularmente significativo: uma inscrição epigráfica de 1171 atribui explicitamente a obra ao Mestre templário. Essa inscrição permanece como evidência material importante da ação de Gualdim Pais.
Ao longo dos séculos, a sua figura foi sendo envolvida por tradições e memórias que contribuíram para reforçar o imaginário templário português. Contudo, para além da dimensão lendária posterior, Gualdim Pais permanece historicamente relevante como um dos homens ligados à organização militar e territorial da fronteira portuguesa no século XII.
Faleceu em 1195 e foi sepultado na Igreja de Santa Maria dos Olivais, em Tomar, lugar profundamente associado à memória templária em Portugal.
#pregação
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Continuem a orar por nós.
Mais do que um feito individual, aquela expedição representou a culminação de décadas de experiência náutica acumulada pelos portugueses ao longo da costa africana e do Atlântico. Desde o século XV, Lisboa tornara-se um influente centro de conhecimento marítimo, cartográfico e comercial, reunindo pilotos, mercadores, cosmógrafos e construtores navais ligados à expansão oceânica.
A chegada à Índia não criou os contactos entre Europa e Oriente — esses contactos existiam havia séculos através das rotas islâmicas, mediterrânicas e asiáticas —, mas alterou profundamente a escala e a regularidade dessas ligações. A partir de então, Lisboa começou a integrar-se de forma directa nos circuitos comerciais do oceano Índico.
Durante o século XVI, a cidade transformou-se num dos principais centros europeus de redistribuição de especiarias, sedas e outros produtos orientais. Navios provenientes da Índia passaram a chegar regularmente ao Tejo, trazendo riquezas, informações, pessoas e novos horizontes culturais. Lisboa deixava gradualmente de ser apenas uma capital atlântica periférica para se tornar um dos nós centrais das ligações marítimas afro-euro-asiáticas.
Essa transformação, contudo, teve custos elevados. As viagens eram marcadas por naufrágios, doenças, mortalidade extrema e conflitos violentos ao longo das rotas marítimas. A expansão portuguesa no Índico inseriu-se também em disputas militares e comerciais complexas, envolvendo sociedades e redes mercantis muito anteriores à chegada europeia.
Ainda assim, a partida da frota de 1497 permanece como um dos momentos decisivos da história de Lisboa. Depois dela, a cidade continuaria europeia e atlântica. Mas passaria também a viver voltada para o Índico — e essa mudança alteraria profundamente o seu lugar na história do mundo.
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