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About Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto
Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto (@dramarinamunaretto) is an Obstetrician-Gynecologist (OBGYN) creator on Instagram, also filed under Healthcare. The account has 15,786 followers and 1,110 published posts. Recent posts average 10,351 likes and 87 comments, an engagement rate of 55.17%.
With 15.8K followers, Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto is a micro creator by the common 10,000 to 100,000 definition. Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto follows 1,213 accounts, so the audience is roughly 13 times the size of the list followed. Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto uses an Instagram professional account. Flinque files Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto under Obstetrician-Gynecologist (OBGYN), with Healthcare as a secondary category.
The Instagram bio for Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto runs to 25 words across 3 lines. Emoji sit alongside the words. The latest activity Flinque has on record for Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto dates from January 2026.
Story Highlights
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1,110 Posts
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Existe uma mulher por trás de cada recém-nascido.
Enquanto todo mundo olha para o bebê, existe uma mulher vivendo uma das maiores transformações da vida naquele mesmo momento.
Ela está aprendendo a amamentar, lidando com noites interrompidas, se recuperando de um parto e tentando entender quem ela está se tornando depois da maternidade.
Por isso eu gosto de lembrar os pais de uma coisa: o puerpério não é uma fase que a mulher deveria atravessar sozinha.
O apoio que uma mulher recebe nessa fase tem um impacto muito maior do que a maioria das pessoas imagina. E apoio não significa estar disponível 24 horas por dia, significa participar da forma que for possível dentro da realidade de cada família!
Pequenas atitudes mudam completamente a experiência de uma mulher no pós-parto e é por isso que eu separei cinco ações para você por em prática se você não sabe por onde começar!
O bebê não vai se lembrar de quem trocou mais fraldas naquele primeiro mês, mas a sua esposa provavelmente vai lembrar de como se sentiu durante o puerpério.
Na banheira.
Com luz baixa.
Sem intervenções.
Sem analgesia.
Mas parto humanizado nunca foi sobre estética.
Parto humanizado é entender que mulheres diferentes podem precisar de coisas diferentes para viver um parto de forma respeitosa.
Para uma mulher, continuar pode trazer sensação de potência.
Para outra, insistir naquele mesmo caminho pode significar exaustão física e emocional.
Tem mulher que vai se sentir segura usando analgesia.
Tem mulher que não vai querer.
Tem mulher que vai mudar de ideia no meio do parto.
E uma equipe madura entende nuances.
Entende fisiologia, dor, medo, trauma, limite emocional, contexto clínico e individualidade.
Porque humanizar não é defender um roteiro de parto perfeito.
É construir o melhor parto possível para aquela mulher, mesmo que, às vezes, isso signifique mudar completamente a rota 🤍
comida pronta no congelador ❤️
Pode parecer simples, mas as primeiras semanas com um recém-nascido costumam ser intensas. Entre mamadas, noites interrompidas e adaptação à nova rotina, preparar uma refeição pode se transformar em um desafio maior do que você imagina.
Se for possível, organize uma reserva financeira para contratar alguém que cozinhe algumas marmitas.
Se não for, peça ajuda para familiares.
E se vocês puderem fazer isso juntos, melhor ainda.
Separar uma tarde para preparar refeições e congelar porções também pode ser um momento para conversar sobre a chegada do bebê, alinhar expectativas e combinar como será a rotina da casa nos primeiros dias.
Quem vai cuidar de quê?
Quem assume determinadas tarefas?
O que pode ser simplificado?
Tudo isso também é preparação para o pós-parto. Cozinhar para alguém que acabou de parir talvez seja uma das maiores demonstrações de amor e cuidado que existem ❤️
📹 Créditos:
E não, não é uma “receita caseira” sem explicação. Existe uma lógica fisiológica por trás dessa orientação no final da gestação.
O sêmen contém prostaglandinas, substâncias que participam do amadurecimento do colo do útero. Além disso, intimidade, prazer e relaxamento estão associados à liberação de ocitocina, um hormônio importante para o trabalho de parto.
Mas existe uma informação tão importante quanto essa: isso não significa que uma relação sexual vai fazer você entrar em trabalho de parto imediatamente.
Se fosse assim, bastaria uma única relação para todos os bebês nascerem no mesmo dia. 😂 E obviamente não é o que acontece.
O corpo precisa estar se preparando para esse nascimento! Por isso, eu gosto de explicar que a relação sexual pode ajudar a estimular processos naturais que já estão acontecendo no final da gestação, mas ela não funciona como um botão que “liga” o trabalho de parto.
E talvez essa seja a parte mais interessante de todas: o trabalho de parto não depende apenas de uma técnica, de um exercício ou de uma estratégia isolada.
Ele depende de um corpo que está se preparando, de um bebê que também está pronto e de uma série de mecanismos que trabalham juntos para que esse encontro aconteça 🤍
Você já tinha ouvido falar sobre isso?
Foi um mês de chegadas. De primeiros choros que anunciaram novos começos. De olhos marejados, mãos entrelaçadas e famílias que nasceram junto com seus bebês. Tive o privilégio de testemunhar histórias únicas, repletas de força, amor e entrega. Cada nascimento trouxe consigo a lembrança de que a vida continua sendo o milagre mais bonito que existe.
Mas sigo na busca diária de algo igualmente precioso: o tempo. Tempo para desacelerar entre um compromisso e outro. Tempo para abraçar minhas filhas, ouvir suas risadas, criar memórias simples e eternas. Tempo para olhar nos olhos de quem amo e lembrar por que tudo vale a pena.
Entre plantões, partos e a correria dos dias, encontrei beleza nos pequenos instantes. Na mãozinha que procura a minha. Nos abraços apertados ao final do dia. No aconchego de estar em casa.
Maio foi intenso, como costumam ser os meses vividos com o coração inteiro. Foi feito de emoção, gratidão, encontros e recomeços. Um mês que me lembrou que minha missão é acolher vidas que chegam ao mundo, mas também cuidar da vida que pulsa dentro da minha própria casa.
Que junho encontre em mim a mesma capacidade de me emocionar diante dos milagres diários, sejam eles o nascimento de um bebê ou uma tarde comum ao lado de quem amo.
✨🤍🌿
Vídeo elisatils.adv
Como se depois dos filhos viesse automaticamente uma versão menos produtiva, com menos oportunidades e distante da própria carreira.
E claro que a maternidade muda a vida de uma mulher. A rotina muda, o tempo ganha outro peso e aquilo que antes parecia urgente muitas vezes deixa de fazer sentido.
Mas existe uma parte dessa conversa que quase nunca aparece.
Muitas mulheres percebem, depois da maternidade, que passam a enxergar o próprio tempo de outra forma. Ficam mais conscientes sobre onde colocam energia, começam a filtrar melhor o que merece atenção e param de gastar tanto tempo com coisas que perderam importância.
E isso aparece até nos estudos citados no post.
A maternidade não precisa significar perda de potência profissional. Em muitos casos, ela transforma a forma como essa mulher trabalha, decide, prioriza e ocupa espaço no mundo.
Isso não apaga o cansaço do puerpério e nem a sobrecarga que muitas mães vivem diariamente. Mas talvez exista uma versão sua depois da maternidade que você ainda não conhece.
Uma mulher que continua sendo mãe, profissional, mulher e muitas outras coisas ao mesmo tempo 💖
Esse medo já passou pela sua cabeça em algum momento?
Eu cresci vendo partos.
Venho de uma família de médicos — sou filha, neta e irmã de médico — e a obstetrícia sempre esteve presente na minha vida de forma natural. Meu pai, obstetra há mais de 40 anos, sempre foi meu maior exemplo de ética, cuidado e humanidade.
Ainda criança, eu o acompanhava nas visitas às pacientes. Observava o carinho, o respeito e a atenção com cada mulher. Mesmo sem entender tudo, eu sentia: ali havia algo muito maior do que técnica.
Assisti ao meu primeiro parto aos 6 anos.
Numa madrugada, minha mãe estava viajando e meu pai precisou sair para atender um parto. Sem ter com quem me deixar, ele me levou junto. Sentei num cantinho da sala de parto, com papel e lápis na mão, enquanto via uma mulher parir de forma intensa, natural e profundamente humana. Aquilo me marcou para sempre.
Curiosamente — e simbolicamente — foi meu pai quem fez o meu parto. No dia em que eu nasci, o obstetra da minha mãe não chegou a tempo. Eu vim ao mundo pelas mãos dele. Talvez ali a vida já estivesse dando um sinal.
Hoje, são mais de 15 anos dedicados à obstetrícia.
Anos acompanhando gestantes, presenciando nascimentos e vivendo, de perto, a responsabilidade enorme que é cuidar de uma mulher e de um bebê nesse momento tão decisivo.
Ao longo dessa caminhada, uma certeza ficou clara:
parto humanizado não é romantizar.
É respeitar a mulher, suas escolhas e seus limites — sem nunca abrir mão da segurança. Essa visão se aprofundou quando me tornei mãe da Helena e da Isadora. Estar do outro lado me transformou como mulher e como médica. Nenhuma formação ensina o que a maternidade ensina.
É isso que eu busco oferecer a cada mulher que chega até mim: escuta, informação de qualidade e um espaço seguro para que ela seja protagonista do próprio parto.
Aqui, você vai encontrar gestação, parto e puerpério sem romantização, sem terror e com verdade.
Com a experiência de quem já acompanhou muitos partos, e a empatia de quem também já esteve ali.
Seja bem-vinda. 💖
Deslize para entender as 3 formas que posso te acompanhar 👉
Acompanhei essa paciente desde o início do pré-natal. Já havíamos conversado muito sobre o desejo dela de ter um parto o mais natural possível — então quando ela chegou ao consultório com 40 semanas + 4 dias, sem sinais claros de trabalho de parto, conversamos com calma sobre o que poderia ser feito.
Ela não tinha bolsa rompida, nem contrações ritmadas, só um tampão esbranquiçado que não dizia muita coisa.
Foi aí que sugeri o descolamento de membranas.
É um procedimento rápido, feito no consultório. Consiste em deslizar suavemente o dedo entre o colo do útero e a bolsa amniótica, separando levemente essas estruturas. Esse movimento estimula a liberação de prostaglandinas — substâncias que ajudam o corpo a entrar em trabalho de parto.
Durante o exame, percebi que o colo estava bem favorável. Útero amolecido, quase 4cm de dilatação… Senti a cabeça do bebê. O corpo dela já estava se preparando — só precisava desse empurrãozinho.
Estudos mostram que o descolamento de membranas aumenta a chance de entrar em trabalho de parto espontâneo nas próximas 48 horas. E diante do cenário tão favorável, sugeri: “acho melhor vocês ficarem por aqui, perto do hospital”. Estava tudo tão propício que eu sabia, não levaria 48h. Levaria só algumas horas.
No caso da paciente do vídeo, o procedimento foi feito por volta das 21h.
Ela já saiu do consultório sentindo algumas contrações… Entrou em trabalho de parto ainda naquela madrugada. E às 3h da manhã, o bebê nasceu.
Mas atenção: O descolamento de membranas é uma alternativa natural que pode ajudar a desencadear o trabalho de parto, quando o corpo já está pronto para isso. Não sugiro essa opção para gestantes com 38, 39 e 40 semanas cravadas, porque a chance do bebê vir espontaneamente ainda é alta.
Mas a partir de 40+3, 40+4, pode ser uma boa opção pra quem quer evitar uma indução com medicamentos, desde que o colo esteja favorável e a equipe de assistência conheça bem o momento certo de sugerir.
Às vezes, o parto só precisa de um chamado e de alguém que saiba escutar o corpo.
Dra. Marina Munaretto | Gestação, parto e pós-parto's engagement
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