- Following 3.6K
- Followers 26.3K
- Engagement 1.16%
- Avg likes 283
- Avg comments 20
About Dra Flavia Tarabini
Dra Flavia Tarabini (@draflaviatarabini) is a Digital creator creator on Instagram, also filed under Entertainment. The account has 26,326 followers and 999 published posts. Recent posts average 283 likes and 20 comments, an engagement rate of 1.16%.
With 26.3K followers, Dra Flavia Tarabini is a micro creator by the common 10,000 to 100,000 definition. Dra Flavia Tarabini follows 3,561 accounts, so the audience is roughly 7.4 times the size of the list followed. Dra Flavia Tarabini uses an Instagram professional account. Flinque files Dra Flavia Tarabini under Digital creator, with Entertainment as a secondary category.
The Instagram bio for Dra Flavia Tarabini runs to 22 words across 4 lines. The latest activity Flinque has on record for Dra Flavia Tarabini dates from July 2023.
Story Highlights
Unlocking shows the title and cover image of every story highlight this creator keeps pinned to the profile.
999 Posts
Of the 10 most recent posts shown for Dra Flavia Tarabini, 8 are carousels and 2 are single images. That mix leans toward carousels. Dra Flavia Tarabini has built a substantial archive of 999 posts. Against the audience, that is roughly 26 followers for each post published. Dra Flavia Tarabini also keeps 23 story highlights on the profile. All 10 carry captions, averaging 180 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include você, vida, mulheres, mulher and menopausa. The captions tag #menopausa, #incontinenciaurinaria, #urogineocologia, #ginecologia and #hifu.
Esse é o perfil do HIFU — ultrassom de alta intensidade — como opção de tratamento para incontinência urinária feminina.
Um estudo retrospectivo publicado em outubro de 2024 acompanhou 28 mulheres por 6 meses após sessão única. Os resultados chamam atenção:
43% tiveram resolução completa da incontinência
No subgrupo com incontinência ao esforço, 67% alcançaram resolução completa — e nenhuma permaneceu com sintomas moderados ou graves
Os casos muito graves zeraram. Os graves reduziram 79%
Além da continência, houve melhora documentada em qualidade de vida e função sexual
A tecnologia ainda acumula evidências, mas os dados já são suficientes para entrar na conversa clínica.
Você já ouviu falar do HIFU?
Referência: Önder Dirican A, Ceran MU, Kahraman O, Sönmez MG. High-intensity focused ultrasound (HIFU) for the treatment of female urinary incontinence: A retrospective analysis. Medicine. 2024;103(40):e39940. DOI: 10.1097/MD.
#incontinenciaurinaria #urogineocologia #ginecologia #HIFU
As evidências atuais respondem de forma clara: SIM.
O envelhecimento reduz parte da resposta hipertrófica, mas não elimina a capacidade de adaptação do músculo ao treinamento de força.
E talvez o dado mais importante:
os ganhos de força continuam muito relevantes mesmo após os 55 anos.
Neste carrossel você vai entender:
✔ por que a força continua altamente treinável;
✔ por que a hipertrofia tende a ser menor e mais variável;
✔ o que é resistência anabólica;
✔ e quais estratégias a ciência propõe para contornar esse processo.
Mais do que estética, estamos falando sobre:
• autonomia;
• funcionalidade;
• prevenção de quedas;
• saúde metabólica;
• e qualidade de vida.
O músculo continua adaptável em qualquer idade.
Qual a sua maior dificuldade ou desafio para manter a constância e os resultados no treino após os 50–55 anos?
📉 Resultado: redução de 43,6% na frequência diária, com melhora já na terceira semana (Berin et al., 2019).
🏋️ O treino era simples: 8 exercícios, 2 séries de 8-12 reps, 3×/semana, com carga individualizada e progressão.
Supino, leg press, remada, flexora, puxada, extensora, abdominal e extensão lombar.
📊 Quase metade das mulheres (44,8%) teve redução de pelo menos 50% nos fogachos. O grupo controle não mudou.
⚡ Mas tem um detalhe importante: quando pararam de treinar, os fogachos voltaram. O follow-up de 2 anos mostrou que o efeito se manteve por até 6 meses, mas depois desapareceu.
✅ A evidência é promissora, não definitiva. Mas a mensagem é clara: o que fez a diferença não foi a complexidade do protocolo. Foi a carga adequada, a progressão e, acima de tudo, não ter parado.
O treino de força não é promessa de zerar ondas de calor, mas é a modalidade com melhor evidência e os benefícios para ossos, massa muscular e qualidade de vida nessa fase são inegáveis.
Salva e manda pra quem precisa ouvir isso. 🧡
.
.
.
#menopausa #ondasdecalor #fogachos #treinodeforca #musculacao
O termo antigo nunca foi preciso. Ele sugeria cistos que a doença não causa, reduzia tudo a um único órgão e deixou 70% das mulheres afetadas sem diagnóstico por anos.
Hoje, publicado no The Lancet, o consenso científico global oficializa:
📌 PCOS → PMOS
Síndrome Metabólica Ovariana Poliendócrina
Um nome que finalmente reflete o que essa condição realmente é: hormonal, metabólica, ovariana — e que afeta 1 em cada 8 mulheres no mundo.
Arraste os slides para entender o que muda ➡️
🔬 Quer a análise técnica completa? O artigo original e os detalhes clínicos estão no meu canal para profissionais de saúde:
#PMOS #PCOS #SaúdeFeminina #GinecologiaDoFuturo #SaúdeDaMulher Hormônios Endocrinologia TheLancet
Quando um filho nasce, ninguém permanece exatamente no mesmo lugar. A mulher deixa de ser apenas filha e passa a compreender sua mãe de outra maneira — mesmo quando ela não está mais aqui. Os pais envelhecem diante dos seus olhos. O tempo muda de velocidade. A finitude deixa de ser uma abstração filosófica e passa a habitar o cotidiano porque, pela primeira vez, existe alguém cuja ausência pareceria impossível de suportar.
Talvez seja aí que a maternidade nos atravesse de forma tão singular: não apenas pelo instinto de proteger, como em todos os mamíferos, mas pela consciência brutal do amor, da responsabilidade e da perda. A maternidade inaugura uma nova percepção da vida, mas também da morte.
E há outros lutos silenciosos.
Durante meses — às vezes anos — essa mulher criou mentalmente aquele filho. Imaginou sua voz, seus traços, seus afetos, sua personalidade. Construiu, em silêncio, uma expectativa de encontro. Então o parto real acontece. E nem ele é como imaginamos. Tampouco o filho que nasce corresponde à projeção construída na espera. Não é a fantasia. Ele é outro.
Talvez amar verdadeiramente um filho exija justamente isso: abandonar, aos poucos, esse filho imaginado para aprender a conhecer a pessoa nascida.
Porque maternidade é luto constante. Luto da mulher que existia antes. Da dinâmica antiga da família. Da ideia de controle. O último colo, o último som dos pezinhos correndo ao seu encontro, a última vez em que você foi a pessoa preferida para as férias.
Mas é também reencontro. Com uma nova identidade, novos lugares dentro da família e uma forma mais humana de amar — menos baseada na obsessão de ser a mãe excepcional e mais interessada em construir uma relação saudável com quem saiu da gente.
Porque amar um filho demanda aceitar, repetidas vezes, que ele vá.
Que saia do corpo.
Do colo.
Da infância.
Da ideia que fizemos dele.
E, ainda assim, permanecer.
Talvez por isso a maternidade seja tão complexa. Ela exige a coragem diária de amar alguém o suficiente para deixar que ele exista além de nós.
Hoje, o dia das mães é celebrado no Brasil e em vários outros países.
Em Portugal, foi no domingo passado.
Mas existe uma pergunta que quase nunca aparece nesta data:
O que sua mãe te contou sobre a menopausa?
O que nós vamos fazer diferente do que nos foi transmitido?
Durante gerações, mulheres atravessaram esta fase em silêncio.
Sem informação.
Sem espaço para conversar.
Sem palavras para nomear o que sentiam.
Muitas mães nunca tiveram a oportunidade de entender a própria experiência. E muitas filhas cresceram sem qualquer preparação para aquilo que um dia também viveriam.
O SILÊNCIO NÃO FOI ESCOLHA.
FOI HERANÇA.
Hoje, organizações internacionais e estudos científicos já reconhecem o impacto do estigma e da falta de informação sobre a menopausa na vida das mulheres.
E existe algo mudando:
Esta pode ser a primeira geração que vai interromper esse silêncio.
A geração que vai conversar com as filhas.
Com as amigas.
Com as mães.
Com outras mulheres.
Porque falar sobre menopausa não é fraqueza.
É cuidado.
É transmissão.
É legado.
Se este post tocou você, compartilhe.
Talvez esta conversa precise começar em mais famílias.
#menopausa #diadasmaes #perimenopausa #saudemental
O humor oscila.
A barriga aparece com mais facilidade.
A força já não responde igual.
E muitas vezes os exames seguem “normais”.
É exatamente aí que muita mulher 40+ começa a se sentir confusa, frustrada e incompreendida.
Porque o problema não é “falta de força de vontade”.
E muitas vezes também não é só “idade”.
Pode ser a perimenopausa.
Uma fase de transição que começa antes da menopausa e que pode impactar cérebro, sono, humor, composição corporal, músculos, ossos e metabolismo.
Um ponto importante aqui:
essa transição não começa só nos ovários.
Ela envolve o cérebro, que tenta compensar as mudanças hormonais.
Por isso os sintomas podem parecer tão espalhados e, às vezes, tão difíceis de entender.
E onde entra o treino de força nisso?
O treino de força bem prescrito pode ajudar a:
• preservar massa muscular e força
• proteger os ossos
• melhorar o metabolismo e a sensibilidade à insulina
• favorecer autonomia, disposição e confiança
• atravessar essa fase com mais suporte físico e funcional
Ou seja:
não é o momento de abandonar o treino.
É o momento de treinar melhor.
Se esse post te ajudou, salva e envia para uma mulher 40+ que precisa ler isso.
E se você quer treinar com mais direção, respeitando a sua fase de vida, conheça o Lund Online no link da bio.
Um enorme estudo sobre MENOPAUSA e TERAPIA HORMONAL?
Ele tem seus dados divulgados de modo descontextualizado
Além de outras questões científicas que o desqualificam
O fato é que UMA GERAÇÃO de mulheres deixou de usar TERAPIA HORMONAL por causa de suas repercussões
E não só isso, ele contribuiu pejorativamente para a formação de outra geração, só que agora de MÉDICOS
Provavelmente, você conhece alguma mulher que faz parte dessa geração, não é?
.
Apontar tratamentos que busquem o bem estar das mulheres é RARO
.
Se falarmos de sexualid@d& então… é REVOLUCIONÁRIO
.
Associar tratamentos para uma SÍNDROME que inclui diversas repercussões tanto genit@is quanto urinárias à ESTÉTICA é uma maneira de desvalorizar ainda mais a qualidade de vida da mulher
.
Especialmente numa fase da vida em que a sociedade a quer invisível
.
Devolver prazer, autoestima e felicidade é incrível
.
Mas VALIDAR QUEIXAS antes NEGLIGENCIADAS mais ainda!
.
.
Simboliza o resgate do BEM-ESTAR com seu próprio corpo
.
Através da PLÁSTICA REPARADORA de estrutruras anatômicas capazes de devolver o CONTROLE da MICÇÃO e DEFECAÇÃO
.
e também de AGIGANTAR o PRAZER
.
Cada cirurgia dessa é planejada já que as LESÕES podem ser em estruturas diversas
- músculos que não suportaram o TRAUMA das GESTAÇÕES ou a CONSTIPAÇÃO de uma vida inteira
- a BEXIGA que teve sua posição alterada trazendo um desconforto constante
- as LESÕES específicas de um PARTO TRAUMÁTICO
- ou o CORPO que suportou todos os impactos mas com o PASSAR do TEMPO e o DECLÍNIO HORMONAL passa a tornar SINTOMA o que antes era EXISTÊNCIA
São muitos os motivos que podem trazer uma pessoa até esse DESEJO
São muitas as QUESTÕES MÉDICAS que INDICAM essas REPARAÇÕES
Quando realizada com CUIDADO ÉTICO e EXCELÊNCIA TÉCNICA não há nada de FRÍVOLO na PLÁSTICA ÍNTIMA
Ao contrário, amparar o RESGATE do prazer consciente é uma das minhas crenças profissionais mais sólidas
E talvez por isso, essa é uma das cirurgias mais frequentes que realizo, que me brindam com mensagens como a recebida hoje, comprovando que minhas mãos ajudam a tecer mais que fibras musculares.
Dra Flavia Tarabini's engagement
Dra Flavia Tarabini's engagement rate on Instagram is 1.16%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 86 followers. An average post collects 283 likes and 20 comments, close to 14 likes for each comment.
Engagement rate
1.16%
- Avg likes
- 283
- Avg comments
- 20
- Interactions : followers
- 1 : 86
Lookalike Creators
A free account lists creators whose audiences behave like this one, ready to shortlist and compare side by side.
Age & Gender
Unlocking shows how this audience splits across age bands and gender, charted from follower data.
Audience Location
Unlocking reveals the countries and cities where the most active followers of this account are concentrated.
Primary Language
Unlocking shows the languages this audience uses most in comments, interactions and the content it consumes.
Audience Interests
Unlocking lists the topics and categories this audience follows and engages with most often across the platform.
Authenticity
Unlocking scores how genuine the audience is, flagging fake, inactive or bot followers found in engagement patterns.
Audience Quality Score
Unlocking gives one overall audience quality score combining authenticity, engagement, follower activity and audience relevance.
Brand Affinity
Unlocking names the brands this audience already follows, mentions or engages with across social platforms.
Content Strategy
Unlocking breaks down the content pillars, tone and visual style this creator uses, and which formats perform best.
Commercial Insights
Unlocking shows collaboration types, an estimated pricing tier and a brand safety risk read for sponsored campaigns.
Industry Fit
Unlocking rates how well this creator and audience align with specific industry verticals and brand categories.
Research Dra Flavia Tarabini further
Flinque ranks Instagram creators in Digital creator and Entertainment, categories Dra Flavia Tarabini is filed under, and its free tools measure the same figures for any public account.
Frequently asked questions
These answers about Dra Flavia Tarabini are generated from the Instagram profile data Flinque holds for the account.
Who is Dra Flavia Tarabini?
Dra Flavia Tarabini (@draflaviatarabini) is a Digital creator creator on Instagram, also filed under Entertainment. Dra Flavia Tarabini uses an Instagram professional account. The Instagram bio for Dra Flavia Tarabini runs to 22 words across 4 lines.
How many followers does Dra Flavia Tarabini have?
Dra Flavia Tarabini has 26,326 followers on Instagram (26.3K). Dra Flavia Tarabini follows 3,561 accounts, so the audience is roughly 7.4 times the size of the list followed. Dra Flavia Tarabini has built a substantial archive of 999 posts.
What is Dra Flavia Tarabini's engagement rate?
Dra Flavia Tarabini's engagement rate on Instagram is 1.16%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 86 followers. An average post collects 283 likes and 20 comments, close to 14 likes for each comment.
What does Dra Flavia Tarabini post about on Instagram?
Flinque files Dra Flavia Tarabini under Digital creator, with Entertainment as a secondary category. Of the 10 most recent posts shown for Dra Flavia Tarabini, 8 are carousels and 2 are single images. The 10 recent Instagram captions Flinque holds for Dra Flavia Tarabini repeatedly use the words você, vida, mulheres, mulher and menopausa. Dra Flavia Tarabini's captions carry hashtags such as #menopausa, #incontinenciaurinaria and #urogineocologia. Dra Flavia Tarabini writes those captions mainly in Portuguese. Dra Flavia Tarabini keeps 23 story highlights, which open with a free Flinque account.
How do I contact Dra Flavia Tarabini for a collaboration?
Dra Flavia Tarabini's contact details are not published on Flinque's public profile. The Instagram bio links to 1 external site, and a free Flinque account opens that link. Brands with a free Flinque account can shortlist Dra Flavia Tarabini and use Flinque's outreach tools wherever a contact route is on file.
Links
Dra Flavia Tarabini's own Instagram profile is the one outbound link Flinque publishes for the account, and the bio link opens after signing up.
Public profile data sourced from Instagram. Flinque is not affiliated with Dra Flavia Tarabini.