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Dr. Daniel Gomes

Doctor
@danielgomesgeriatra
Geriatra Para chegar aos 80+ com autonomia, lucidez e força Fundador @institutoenvelhecercomsaude 📍Recife Agende sua consulta CRM 15238 RQE 12090
  • Healthcare
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  • Engagement 2.85%
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About Dr. Daniel Gomes

Dr. Daniel Gomes (@danielgomesgeriatra) is a Doctor creator on Instagram, also filed under Healthcare. The account has 8,144 followers and 383 published posts. Recent posts average 199 likes and 8 comments, an engagement rate of 2.85%.

Dr. Daniel Gomes belongs to the nano tier, the band usually drawn between 1,000 and 10,000 followers. Dr. Daniel Gomes follows 1,054 accounts, so the audience is roughly 7.7 times the size of the list followed. Dr. Daniel Gomes carries Instagram's verified badge and uses an Instagram professional account. Flinque files Dr. Daniel Gomes under Doctor, with Healthcare as a secondary category.

The Instagram bio for Dr. Daniel Gomes runs to 20 words across 5 lines. The bio mentions @institutoenvelhecercomsaude. The latest activity Flinque has on record for Dr. Daniel Gomes dates from March 2026.

Story Highlights

Unlocking shows the title and cover image of every story highlight this creator keeps pinned to the profile.

383 Posts

Of the 10 most recent posts shown for Dr. Daniel Gomes, 4 are videos, 3 are carousels and 3 are single images. No single format accounts for most of them. 383 published posts give Dr. Daniel Gomes a moderate archive on Instagram. Against the audience, that is roughly 21 followers for each post published. Dr. Daniel Gomes also keeps 7 story highlights on the profile. All 10 carry captions, averaging 179 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include idoso, paciente, medicina, cuidado and está. The captions tag #geriatria, #cuidadointegral, #saúdedoidoso, #visãoholística and #medicina.

🚨 Uma nova era no tratamento da Doença de Alzheimer está começando.

Donanemab e Lecanemab entram em campo trazendo algo que, até poucos anos atrás, parecia distante: terapias modificadoras da doença.

E isso muda o jogo.

Pela primeira vez, começamos a sair de um cenário focado apenas em controle sintomático para abordagens direcionadas à fisiopatologia da doença, com ação sobre as placas beta-amiloides.

Mas atenção: isso NÃO significa “cura do Alzheimer”.

Essas terapias:
✔️ possuem critérios rigorosos de elegibilidade
✔️ exigem confirmação de patologia amiloide (PET ou líquor)
✔️ requerem monitorização seriada com RM cerebral
✔️ apresentam risco de ARIA
✔️ têm benefício apenas nas fases iniciais da doença, ou seja, em pacientes com comprometimento cognitivo leve ou demência leve (CDR 1)

Portanto, o desafio do médico que atende idosos aumenta.

Precisaremos:
→ diagnosticar mais cedo
→ reconhecer os casos iniciais
→ dominar biomarcadores
→ selecionar adequadamente os pacientes
→ discutir risco-benefício com famílias
→ estruturar acompanhamento multidisciplinar

A medicina da cognição está entrando em uma nova fase.

E o médico que atende pessoas idosas precisa entender profundamente essas mudanças.

Porque os pacientes e familiares começarão a perguntar sobre isso no consultório. E muito.

Siga o GeriClass para continuar se mantendo atualizado no mundo do cuidado à pessoa idosa e no universo da geriatria.
Hoje é o Dia do Geriatra.
E geriatria não é só “clínica para idoso”. É outra forma de pensar medicina.
É olhar para funcionalidade quando todo mundo olha para diagnóstico. É desprescrever quando o reflexo é prescrever. É costurar o cuidado sob medida quando o sistema empurra protocolo. É escutar quando a consulta de dez minutos não permite.
É também conversar sobre o que outros especialistas evitam. Finitude. Autonomia. O que faz a vida valer a pena até o último capítulo.
Quem escolhe geriatria abraça a complexidade. E topa o trabalho de pensar antes de agir, de ponderar antes de prescrever, de cuidar da pessoa antes da doença.
Parabéns a todos os colegas que escolheram essa especialidade.
Salva esse carrossel para lembrar, nos dias difíceis, por que a gente faz o que faz.​​​​​​​​​​​​​​​​
A medicina aprendeu a tratar idoso como soma de diagnósticos. Hipertensão, diabetes, osteoartrose, depressão, demência. Cada caixinha com seu protocolo, cada protocolo com sua meta, cada meta defendida por uma diretriz.

O resultado? Pacientes “compensados” no papel e cada vez menos capazes de viver.
Idoso bem controlado em 9 doenças, mas que não levanta da cadeira sem ajuda, não enxerga o rótulo do remédio e não escuta o neto na mesa de jantar — esse paciente NÃO está bem. Está medicalizado.

A OMS levou quase uma década dizendo isso, e a maioria dos consultórios continuou ignorando. O que importa não é a doença que o idoso tem. É a capacidade que ele ainda preserva — cognição, mobilidade, vitalidade, visão, audição e saúde mental.

É outro jeito de olhar. É outro jeito de cuidar.
E é, no fim das contas, o único cuidado que sobra quando a gente para de fingir que envelhecer é uma lista de exames a normalizar.

Salva esse post. Compartilha com aquele colega que ainda trata idoso como se fosse adulto cansado.
Todo mundo quer o resultado rápido.
Poucos querem construir o processo.

A medicina moderna avançou muito, e os medicamentos têm um papel fundamental nisso.
Eu não sou contra remédios. Muito pelo contrário.

Sou a favor de medicações bem indicadas, no momento certo, para o paciente certo, com estratégia.

O problema começa quando tentamos usar remédio para compensar aquilo que deveria ser construído no estilo de vida.

Não existe comprimido que substitua:
• movimento regular
• alimentação de verdade
• sono de qualidade
• gestão do estresse
• relações que nutrem

Mas existe, sim, medicação que potencializa — inclusive a saúde emocional, quando bem utilizada.

O caminho mais inteligente não é escolher entre um ou outro.
É integrar.

Como geriatra, o meu papel não é só prescrever.
É ajudar você a envelhecer com saúde, autonomia e clareza de propósito.

Porque no fim…
suas escolhas de hoje estão moldando, silenciosamente, o seu futuro.
O segundo dia do GERP 2026 começou! A energia aqui em São Paulo só aumenta — muita troca, aprendizado e novidades te esperando. Ainda dá tempo de passar pelo nosso estande antes do encerramento no dia 11/4. Te esperamos! 😉
🚫 “Ele não pode fazer isso por causa da idade…”

Se você ainda toma decisões assim, cuidado: isso é um erro clássico — e potencialmente prejudicial.

A idade cronológica, isoladamente, não deve ser usada como critério para contraindicar exames, procedimentos ou tratamentos.

E o motivo é simples:

👉 Idade não é sinônimo de reserva funcional.

Dois pacientes de 80 anos podem ser completamente diferentes:
— um independente, ativo, com boa reserva fisiológica
— outro frágil, dependente e com múltiplas comorbidades

Tomar decisões baseadas apenas na idade é ignorar o que realmente importa:
🧠 capacidade intrínseca
💪 reserva funcional
⚖️ risco-benefício individualizado
🧩 contexto clínico e objetivos de cuidado

Esse conceito está alinhado com as principais diretrizes modernas e com a própria lógica da geriatria: medicina centrada na pessoa, não no número.

📌 Procedimentos não são “contraindicados pela idade”
📌 São (ou não) indicados com base em avaliação global

Quando você usa apenas a idade como filtro, você corre dois riscos graves:
1. Negar cuidado potencialmente benéfico
2. Reforçar preconceito etário (ageísmo) na prática médica

E aqui está o ponto-chave:

👉 O que contraindica não é a idade — é a fragilidade, a baixa reserva funcional e o desalinhamento com os objetivos do paciente.

Se você quer evoluir no cuidado ao idoso, precisa mudar essa lente.

Porque, no fim das contas…

🧠 Não tratamos idades. Tratamos pessoas.
A maioria das pessoas ainda trata a gripe como algo banal.

Mas no idoso… ela pode mudar completamente o rumo da história.

Gripe não é só “uma virosezinha”.
Ela pode desencadear pneumonia, levar à internação, descompensar doenças do coração e do pulmão… e até aumentar o risco de infarto e AVC nos dias seguintes.

E tem um dado que precisa ser dito:
cerca de 90% das mortes por gripe acontecem em idosos.

A boa notícia?
Existe uma forma simples, acessível e comprovadamente eficaz de reduzir esses riscos: vacinação anual.

Mas atenção a um detalhe importante:
a proteção da vacina não dura para sempre.
Por isso, precisa ser atualizada todos os anos.

Se puder, o ideal é a vacina quadrivalente de alta dose, disponível nas clínicas privadas.
Mas, se não for possível, a vacina do SUS também protege e salva vidas.

O erro é não fazer.

Se você tem um idoso na família ou convive com pacientes idosos esse conteúdo não é opcional. É essencial.

👉 Salve esse post para lembrar
👉 Compartilhe com alguém que precisa ver isso hoje

Vacinar é simples.
As consequências de não vacinar podem não ser.
Uma cirurgia de médio ou grande porte impõe ao organismo um estresse físico e metabólico comparável ao de uma prova de resistência extrema. Para um idoso, especialmente se houver algum grau de fragilidade, esse impacto consome rapidamente as reservas de energia, massa muscular e imunidade.

No vídeo, o geriatra Dr. Daniel Gomes introduz o conceito de pré-habilitação. Diferente da reabilitação, que tenta recuperar o que foi perdido após o procedimento, a pré-habilitação atua antes da primeira incisão. O objetivo é aumentar a resiliência do paciente para que ele suporte melhor a agressão cirúrgica.

Mesmo em um intervalo curto, de duas a três semanas, é possível promover mudanças biológicas significativas. Nesse período, a abordagem multidisciplinar atua em três pilares:
✅ Nutricional (estocando proteínas para a cicatrização);
✅ Medicamentoso (eliminando substâncias que aumentam riscos de confusão mental ou sangramentos);
✅ Físico (despertando a musculatura para que o idoso não perca a capacidade de caminhar logo após a alta).

O foco é garantir que o paciente não chegue à cirurgia no limite de suas forças. Um corpo bem nutrido, com medicações otimizadas e músculos ativos, responde melhor à anestesia e apresenta taxas muito menores de infecções e complicações respiratórias. A cirurgia segura começa com um plano de preparo estruturado.

Seu familiar tem uma cirurgia programada para as próximas semanas e ainda não iniciou um plano de preparo clínico? Clique no link da bio e envie uma mensagem no nosso WhatsApp para conhecer nosso protocolo de pré-habilitação.
O risco de uma queda grave, muitas vezes, começa de forma silenciosa e imperceptível: uma pisada levemente assimétrica, uma compensação muscular de milissegundos ou uma alteração sutil na postura. A olho nu, a família e, muitas vezes, até o profissional, pode não notar a falha até que o acidente de fato ocorra.

No vídeo, o geriatra Dr. Daniel Gomes apresenta a solução que utilizamos no Instituto Envelhecer com Saúde para rastrear esses sinais invisíveis: o sistema Baiobit. Ao colocar sensores inerciais no paciente, trazemos a precisão de laboratórios complexos de biomecânica para a nossa rotina clínica.

Essa tecnologia substitui as impressões subjetivas (“acho que ele está andando melhor”) por métricas exatas. Sabemos com precisão cirúrgica quais grupamentos musculares estão falhando e qual é o real risco de queda. Isso permite desenhar planos terapêuticos direcionados para o problema exato, abandonando condutas genéricas.

Outro ponto de virada dessa ferramenta é o Biofeedback. Durante os exercícios, o sistema emite sinais visuais ou sonoros em tempo real. Neurologicamente, isso é um diferencial enorme: o paciente cria consciência corporal imediata. O cérebro entende o erro na hora e corrige o movimento, o que acelera a melhora da marcha e devolve a confiança para as atividades diárias.

Tratar o envelhecimento com segurança exige ciência e dados precisos.

Você imaginava que era possível medir o equilíbrio com tanta precisão tecnológica? Compartilhe esse vídeo para que mais pessoas também saibam disso.
✨ O que faz um geriatra? ✨

Imagine a parábola do elefante: cada discípulo toca em uma parte do elefante e vê apenas o que está bem diante de si – a barriga parece um muro, o rabo um espanador, a perna um tronco de árvore. Eles erram porque estão focados apenas em um ponto, perdendo a visão do todo.

💡 E o papel do geriatra é justamente esse: ter uma visão global do paciente, enxergando além de um único órgão ou condição. Em cada consulta, o geriatra analisa o todo, evita o cuidado fragmentado e, ao tratar uma condição, garante que não cause impacto negativo em outra. Afinal, o idoso com múltiplas condições precisa de uma harmonia entre todos os tratamentos, algo essencial em quem usa vários medicamentos e lida com doenças crônicas.

👨‍⚕️👩‍⚕️ O geriatra é o maestro de uma orquestra, coordenando o cuidado para que cada “nota” seja harmoniosa, garantindo uma qualidade de vida integral. A gente não vê só o rabo, a barriga ou a pata – enxergamos o elefante inteiro.

#Geriatria #CuidadoIntegral #SaúdeDoIdoso #VisãoHolística #Medicina

Dr. Daniel Gomes's engagement

Dr. Daniel Gomes's engagement rate on Instagram is 2.85%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 35 followers. An average post collects 199 likes and 8 comments, close to 25 likes for each comment.

Engagement rate

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Primary Language

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Frequently asked questions

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Who is Dr. Daniel Gomes?

Dr. Daniel Gomes (@danielgomesgeriatra) is a Doctor creator on Instagram, also filed under Healthcare. Dr. Daniel Gomes carries Instagram's verified badge and uses an Instagram professional account. The Instagram bio for Dr. Daniel Gomes runs to 20 words across 5 lines.

How many followers does Dr. Daniel Gomes have?

Dr. Daniel Gomes has 8,144 followers on Instagram (8.1K). Dr. Daniel Gomes follows 1,054 accounts, so the audience is roughly 7.7 times the size of the list followed. 383 published posts give Dr. Daniel Gomes a moderate archive on Instagram.

What is Dr. Daniel Gomes's engagement rate?

Dr. Daniel Gomes's engagement rate on Instagram is 2.85%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 35 followers. An average post collects 199 likes and 8 comments, close to 25 likes for each comment.

What does Dr. Daniel Gomes post about on Instagram?

Flinque files Dr. Daniel Gomes under Doctor, with Healthcare as a secondary category. Of the 10 most recent posts shown for Dr. Daniel Gomes, 4 are videos, 3 are carousels and 3 are single images. The 10 recent Instagram captions Flinque holds for Dr. Daniel Gomes repeatedly use the words idoso, paciente, medicina, cuidado and está. Dr. Daniel Gomes's captions carry hashtags such as #geriatria, #cuidadointegral and #saúdedoidoso. Dr. Daniel Gomes writes those captions mainly in Portuguese. Dr. Daniel Gomes keeps 7 story highlights, which open with a free Flinque account.

How do I contact Dr. Daniel Gomes for a collaboration?

Dr. Daniel Gomes's contact details are not published on Flinque's public profile. The Instagram bio links to 1 external site, and a free Flinque account opens that link. Brands with a free Flinque account can shortlist Dr. Daniel Gomes and use Flinque's outreach tools wherever a contact route is on file.

Dr. Daniel Gomes's own Instagram profile is the one outbound link Flinque publishes for the account, and the bio link opens after signing up.

Public profile data sourced from Instagram. Flinque is not affiliated with Dr. Daniel Gomes.

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