- Following 3.1K
- Followers 8.9K
- Engagement 2.56%
- Avg likes 218
- Avg comments 7
About Casa Viva Educação e Cultura
Casa Viva Educação e Cultura (@casavivaeducacao) is an Education creator on Instagram, also filed under Finance. The account has 8,928 followers and 886 published posts. Recent posts average 218 likes and 7 comments, an engagement rate of 2.56%.
Casa Viva Educação e Cultura belongs to the nano tier, the band usually drawn between 1,000 and 10,000 followers. Casa Viva Educação e Cultura follows 3,139 accounts, so the audience is roughly 2.8 times the size of the list followed. Casa Viva Educação e Cultura uses an Instagram professional account. Flinque files Casa Viva Educação e Cultura under Education, with Finance as a secondary category.
The Instagram bio for Casa Viva Educação e Cultura runs to 22 words across 3 lines. The latest activity Flinque has on record for Casa Viva Educação e Cultura dates from May 2026.
Story Highlights
Unlocking shows the title and cover image of every story highlight this creator keeps pinned to the profile.
886 Posts
Of the 10 most recent posts shown for Casa Viva Educação e Cultura, 8 are carousels, 1 is a video and 1 is a single image. That mix leans toward carousels. Casa Viva Educação e Cultura has built a substantial archive of 886 posts. Against the audience, that is roughly 10 followers for each post published. Casa Viva Educação e Cultura also keeps 8 story highlights on the profile. All 10 carry captions, averaging 200 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include também, mundo, espaço, presença and aquilo. The captions tag #educação, #cianotipia, #antotipia, #fitotipia and #tbt.
Cada palavra descoberta carrega também afetos, cultura, imaginação, memória e experiência.
Nesse percurso, o ambiente também educa. Letras espalhadas pela sala, números que habitam os cantos, palavras presentes nos livros, nos cartazes, nos jogos, nos bilhetes e nas brincadeiras convidam a criança a perceber que a escrita faz parte da vida, do cotidiano e das relações humanas.
Quando uma criança escreve um bilhete de aniversário para um amigo, reconhece uma placa, lê um aviso ou tenta registrar aquilo que pensa, ela não está apenas aprendendo um código, mas tecendo relações entre o mundo interior e o mundo à sua volta.
Perguntas, erros, hipóteses e descobertas fazem parte da beleza desse processo. Porque aprender é, antes de tudo, ligar, criar sentido e ampliar as possibilidades de estar no mundo.
Fotos
#cianotipia #antotipia #fitotipia #educação
Embora a participação seja voluntária, a escola incentiva os estudantes a se envolverem com a proposta como parte de um percurso mais amplo de investigação e aproximação com o pensamento científico. Neste ano, tivemos a maior participação já registrada na fase 5 (Fundamental II), 39 estudantes realizaram a prova, aproximadamente metade do segmento. Muitos deles participam, desde as fases 3 e 4 (Fundamental I), das experiências e investigações em Astronomia desenvolvidas pela Casa Viva.
Além do grande interesse, os resultados chamaram atenção pelo alto nível de desempenho. Pela primeira vez, uma estudante da fase 5 acertou toda a prova, garantindo medalha de ouro. Outros alunos também alcançaram notas elevadas e têm grandes chances de medalha. Outro destaque foi um estudante da modalidade de foguetes, que alcançou 102 metros em seu lançamento. Agradecemos ao pela parceria nos lançamentos.
Mais do que a preparação para uma competição, a experiência dialoga com pedagogias de educação ativa e teorias contemporâneas da aprendizagem, compreendendo o conhecimento como algo construído na experiência, no protagonismo dos estudantes. O trabalho com Astronomia mobiliza observação, formulação de hipóteses, resolução de problemas e experimentação, favorecendo a formação de estudantes curiosos, autores de perguntas e capazes de se envolver de maneira significativa com a produção do conhecimento científico.
Uma escola viva deixa marcas, perguntas que surgem, descobertas compartilhadas, ideias que ganham forma no encontro entre crianças, jovens, professores e o mundo. O espaço que habitamos também educa e, por isso, acreditamos que nossas paredes podem narrar percursos, inquietações e aprendizagens.
Quando um desenho é exposto, um cartaz é criado ou uma intervenção ocupa o cotidiano da escola, tornamos visível aquilo que foi construído coletivamente, o pensamento em movimento, a pesquisa, o gesto criador e as vozes que, muitas vezes, permaneceram à margem da história.
Nos meses de fevereiro e março, nas aulas de Artes Visuais, a professora Gabriela Alvarenga convidou o seu grupo do Ensino Médio a investigar a presença, e também os silêncios, das mulheres artistas ao longo da história da arte, especialmente aquelas que escapam do eixo hegemônico Estados Unidos–Europa.
A pesquisa levou os estudantes ao encontro de trajetórias, obras e linguagens diversas, ampliando repertórios e produzindo novas perguntas sobre quem pode ocupar os espaços de criação, reconhecimento e memória.
Em diálogo com essa proposta, a professora de Matemática, Leidiane Santos, desenvolveu com os estudantes das fases 5 e 6 pesquisas sobre mulheres que se tornaram referência em diferentes campos do conhecimento. Cientistas, pesquisadoras, intelectuais e inventoras passaram a habitar as conversas, os estudos e as reflexões do grupo.
A partir dessas investigações, os estudantes de Artes Visuais criaram coletivamente uma intervenção para a escola, pensaram conceitos, elaboraram composições e montaram o painel “A artista está presente?”. Mais do que uma exposição, o trabalho é um convite para toda a escola olhar ao redor e perguntar: quais histórias aprendemos a ver? Quais presenças ainda precisamos tornar visíveis?
Mais do que representar, a proposta foi experimentar, estar presente, ocupar o espaço, se colocar em relação. A performance nos convida a sair do automático e viver o “aqui e agora” com o corpo inteiro.
Partimos da ideia de que o corpo carrega histórias, marcas e atravessamentos mas também tem potência para agir, provocar e criar sentidos. Ao longo do processo, dialogamos com artistas como Eleonora Fabião, Priscila Rezende, Marina Abramović e Ana Mendieta, que aproximam arte e vida e expandem o que entendemos como criação.
Trabalhamos conceitos importantes como presença, escuta, relação com o outro, efemeridade e a cidade como espaço de experimentação. E foi justamente na cidade que tudo ganhou ainda mais sentido.
A partir da criação de Programas Performativos, os(as) estudantes ocuparam o espaço público com pequenas ações que interrompem o fluxo cotidiano e criam brechas de sensibilidade e reflexão.
Algumas dessas experiências:
364 Dias
Uma ação sobre a violência contra a mulher e suas contradições. Em frente à Câmara Municipal, o grupo tensionou o gesto simbólico de dar flores com a realidade de silenciamento e opressão. As reações de quem passava foram tão diversas quanto reveladoras.
Os Alienistas
Intervenções simples, mas desconcertantes: jogos, perguntas inesperadas, convites improváveis. A ideia era quebrar o piloto automático da vida urbana e criar pequenos encontros fora do script.
Desabafe
Com uma placa convidando à escuta, o grupo ocupou diferentes pontos da cidade oferecendo tempo e atenção. Poucas pessoas pararam — mas muitas se afetaram. E isso também diz muito sobre o nosso tempo.
Entre riscos, encontros e descobertas, seguimos investigando como a arte pode abrir espaço para outras formas de ver, sentir e estar no mundo.
A cada ano, nos surpreendemos com a força daquilo que é simples, pessoas reunidas numa praça, crianças que correm livres, adultos que se demoram nas conversas, o tempo que desacelera para que possamos, juntos, experimentar a cidade com mais presença.
Há algo de precioso nesse gesto de ocupar sem pressa, quase como um convite ao caminhar atento, ao olhar que se abre para o que acontece entre nós. Um modo de estar que transforma o espaço em experiência, e a experiência em memória compartilhada.
Este ano, a festa ganhou ainda mais camadas de encontro com a presença generosa do grupo Trampulim (que hoje também compõe nossa comunidade como famílias), a leveza das bolhas de sabão com o coletivo Bolhaterapia, e a energia do professor de breaking, Paulinho, que, junto aos seus alunos dos cursos livres, trouxe o corpo como linguagem viva da cidade.
Assim, entre risos, movimentos e encontros, seguimos cultivando aquilo que nos move: a diversidade como forma de estar no mundo e a cidade como território comum, onde a vida acontece quando estamos, de fato, juntos.
Fotos
Na noite do dia 4 de março, realizamos nosso encontro de Boas-vindas às famílias, um momento pensado para fortalecer a convivência e a proximidade da nossa comunidade escolar.
A presença expressiva das famílias nos alegrou muito e revelou algo importante, existe, de ambos os lados, o desejo de cultivar essa relação.
Abrimos a noite apresentando toda a equipe da escola, profissionais da limpeza, serviços gerais, administrativo, secretaria, professores, auxiliares e gestores. Um gesto simples, mas essencial para aquilo que acreditamos, reconhecer-nos como pessoas, como lembra Paulo Freire. Gente que trabalha, aprende, erra, acerta e refaz caminhos.
Em seguida, as professoras Elisa Brochado e Nina Torres conduziram a leitura de "Nicolau tinha uma ideia", de Ruth Rocha, que inspirou uma conversa sobre a escola como comunidade de ideias, um espaço de encontro entre gerações, onde educadores, estudantes e famílias participam da construção de um mundo comum.
Ao final, deixamos uma pergunta no ar:
“O que pode uma comunidade de ideias?”
As respostas formaram um mural coletivo que permanece na escola como memória desse encontro.
Este foi apenas um primeiro gesto de aproximação. Mais do que chegar a conclusões, buscamos reativar algo essencial que é reconhecer-nos como comunidade.
Como nos lembra Nego Bispo, tudo é circular: começo, meio e começo novamente.
Agradecemos muito a presença de todos. 💛
#ComunidadeEscolar
#Educação
#PauloFreire
Fotos, pai do Matteo da Fase 1
Quando as crianças desenham aquilo que observam ao seu redor, como os pequenos objetos que habitam a sala, elas não estão apenas “copiando” a realidade. Estão elaborando relações entre olhar, imaginar e registrar. Como aponta Edith Derdyk, o desenho é um campo de experimentação do pensamento. Um espaço em que a criança testa hipóteses visuais, cria soluções próprias e constrói sentidos.
Também é nesse processo que se revelam as diferentes maneiras pelas quais a criança compreende o mundo em cada etapa do desenvolvimento. Jean Piaget contribui para compreender que o desenho infantil acompanha as formas de pensamento da infância: inicialmente como gesto exploratório e sensório-motor e, gradualmente, como tentativa de representar aquilo que é significativo para quem desenha.
Perspectivas contemporâneas da arte e da educação ampliam essa compreensão. Desenhar é uma forma de ver e de tornar visível um processo de atenção ao mundo. Nesse sentido, o desenho não é apenas expressão individual, mas também um modo de pensar visualmente, dialogar com o ambiente e produzir significados.
Assim, cada traço não é apenas um resultado estético, mas um vestígio de um processo de investigação. Ao desenhar, a criança observa, seleciona, interpreta e recria aquilo que percebe.
Mais do que buscar semelhança com o real, o desenho na infância revela modos singulares de olhar, pensar e construir conhecimento sobre o mundo. Nesse processo, ele se afirma como uma linguagem fundamental da infância, um território onde percepção, imaginação e pensamento se encontram para produzir novas formas de compreender e habitar o mundo.
Imagens do cotidiano das Fases 2,crianças de 4 e 5 anos.
#experienciasquetransformam
#educacaointegral
#escolasdebh
#escolaconstrutivista
#ensinodemocratico
Adriana Araújo não cantava apenas músicas, ela cantava a cidade. Cantava os becos, as vielas, as esquinas cheias de memória e de encontros.
Por onde passou, levou amor. Amor que virava verso, que virava presença, que virava casa.
A Casa Viva teve a alegria e o privilégio de receber sua voz e sua presença. Não como palco que reivindica importância, mas como espaço que foi atravessado por sua generosidade e sua arte. Somos profundamente gratos por ter partilhado conosco sua música, seu afeto e sua força.
Que a gente saiba honrar o legado dessa artista monumental não apenas lembrando, mas escutando de verdade, a cidade, as pessoas, as histórias que insistem em pulsar.
Hoje é dia de luto.
Mas também é dia de gratidão.
Na foto Adriana e o nosso professor que foi quem fez a ponte da artista com a Casa Viva ❤️
Casa Viva Educação e Cultura's engagement
Casa Viva Educação e Cultura's engagement rate on Instagram is 2.56%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 39 followers. An average post collects 218 likes and 7 comments, close to 31 likes for each comment.
Engagement rate
2.56%
- Avg likes
- 218
- Avg comments
- 7
- Interactions : followers
- 1 : 39
Lookalike Creators
A free account lists creators whose audiences behave like this one, ready to shortlist and compare side by side.
Age & Gender
Unlocking shows how this audience splits across age bands and gender, charted from follower data.
Audience Location
Unlocking reveals the countries and cities where the most active followers of this account are concentrated.
Primary Language
Unlocking shows the languages this audience uses most in comments, interactions and the content it consumes.
Audience Interests
Unlocking lists the topics and categories this audience follows and engages with most often across the platform.
Authenticity
Unlocking scores how genuine the audience is, flagging fake, inactive or bot followers found in engagement patterns.
Audience Quality Score
Unlocking gives one overall audience quality score combining authenticity, engagement, follower activity and audience relevance.
Brand Affinity
Unlocking names the brands this audience already follows, mentions or engages with across social platforms.
Content Strategy
Unlocking breaks down the content pillars, tone and visual style this creator uses, and which formats perform best.
Commercial Insights
Unlocking shows collaboration types, an estimated pricing tier and a brand safety risk read for sponsored campaigns.
Industry Fit
Unlocking rates how well this creator and audience align with specific industry verticals and brand categories.
Research Casa Viva Educação e Cultura further
Flinque ranks Instagram creators in Education and Finance, categories Casa Viva Educação e Cultura is filed under, and its free tools measure the same figures for any public account.
Related rankings
Frequently asked questions
These answers about Casa Viva Educação e Cultura are generated from the Instagram profile data Flinque holds for the account.
Who is Casa Viva Educação e Cultura?
Casa Viva Educação e Cultura (@casavivaeducacao) is an Education creator on Instagram, also filed under Finance. Casa Viva Educação e Cultura uses an Instagram professional account. The Instagram bio for Casa Viva Educação e Cultura runs to 22 words across 3 lines.
How many followers does Casa Viva Educação e Cultura have?
Casa Viva Educação e Cultura has 8,928 followers on Instagram (8.9K). Casa Viva Educação e Cultura follows 3,139 accounts, so the audience is roughly 2.8 times the size of the list followed. Casa Viva Educação e Cultura has built a substantial archive of 886 posts.
What is Casa Viva Educação e Cultura's engagement rate?
Casa Viva Educação e Cultura's engagement rate on Instagram is 2.56%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 39 followers. An average post collects 218 likes and 7 comments, close to 31 likes for each comment.
What does Casa Viva Educação e Cultura post about on Instagram?
Flinque files Casa Viva Educação e Cultura under Education, with Finance as a secondary category. Of the 10 most recent posts shown for Casa Viva Educação e Cultura, 8 are carousels, 1 is a video and 1 is a single image. The 10 recent Instagram captions Flinque holds for Casa Viva Educação e Cultura repeatedly use the words também, mundo, espaço, presença and aquilo. Casa Viva Educação e Cultura's captions carry hashtags such as #educação, #cianotipia and #antotipia. Casa Viva Educação e Cultura writes those captions mainly in Portuguese. Casa Viva Educação e Cultura keeps 8 story highlights, which open with a free Flinque account.
How do I contact Casa Viva Educação e Cultura for a collaboration?
Casa Viva Educação e Cultura's contact details are not published on Flinque's public profile. The Instagram bio links to 1 external site, and a free Flinque account opens that link. Brands with a free Flinque account can shortlist Casa Viva Educação e Cultura and use Flinque's outreach tools wherever a contact route is on file.
Links
Casa Viva Educação e Cultura's own Instagram profile is the one outbound link Flinque publishes for the account, and the bio link opens after signing up.
Public profile data sourced from Instagram. Flinque is not affiliated with Casa Viva Educação e Cultura.