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Alagoas 200 Anos

Non-Profits & Religious Organizations
@alagoas200
🔴⚪🔵 Aqui tem história, cultura, os saberes e sabores, as cores, as melodias, as letras, as artes todas, todos os tons de Alagoas.
  • Spirituality & Religion
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About Alagoas 200 Anos

Alagoas 200 Anos (@alagoas200) is a Non-Profits & Religious Organizations creator on Instagram, also filed under Spirituality & Religion. The account has 5,925 followers and 421 published posts. Recent posts average 168 likes and 3 comments, an engagement rate of 2.58%.

Alagoas 200 Anos belongs to the nano tier, the band usually drawn between 1,000 and 10,000 followers. Alagoas 200 Anos follows 4,671 accounts, close to one account followed for each of the 5,925 followers. Alagoas 200 Anos is set up as an Instagram business account. Flinque files Alagoas 200 Anos under Non-Profits & Religious Organizations, with Spirituality & Religion as a secondary category.

The Instagram bio for Alagoas 200 Anos runs to 22 words. Emoji sit alongside the words. The latest activity Flinque has on record for Alagoas 200 Anos dates from December 2017.

421 Posts

Of the 10 most recent posts shown for Alagoas 200 Anos, 8 are single images, 1 is a video and 1 is a carousel. That mix leans toward single images. 421 published posts give Alagoas 200 Anos a moderate archive on Instagram. Against the audience, that is roughly 14 followers for each post published. All 10 carry captions, averaging 172 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include culturaalagoas, bicentenariodealagoas, maceió, cidade and nome. The captions tag #alagoas, #200anosalagoas, #culturaalagoas, #bicentenariodealagoas and #portaldobicentenario.

Maceió. Via
Barra de Santo Antônio deve sua colonização aos holandeses, que chegaram ao litoral por volta de 1853.
A partir daí começou o progresso no povoado, que era constituído por poucas casas de taipa construídas
à margem do rio Santo Antônio, que corta a cidade em dois locais distintos - um mais urbano, sede da cidade
(à margem direita) e o outro, mais turístico e nativo (à margem esquerda). Neste lado, durante muitos anos
houve um cruzeiro construído pelos holandeses, que servia de ponto de partida para a procissão de
Bom Jesus dos Navegantes, destruído pelo tempo.
Na época de progresso funcionou um estaleiro onde eram construídos barcos e navios de pequeno porte, com isso,
o povoado foi crescendo. A pesca e a exploração da pedra calcárea sempre foram os pontos básicos da economia.
O movimento de emancipação política do distrito, então pertencente a São Luiz do Quitunde, foi liderado por
Manoel Monteiro de Carvalho. Em 1960, a cidade conseguiu a emancipação.
Barra de Santo Antônio tem, no turismo, sua vocação natural. Suas praias conservam característias
selvagens e linhas de arrecifes formam piscinas naturais de uma limpidez incontestável. Cortada pelo
rio Santo Antônio, a Barra se divide em duas partes, a mais urbana que integra a estrutura da cidade, e navegando pelo rio, a mais nativa, onde se concentram os principais pontos turísticos entre eles, a
Ilha da Crôa, cuja travessia é feita por balsas. Ainda como atrativos, as praias de Carro Quebrado,
das Enseadas e Tabuba.

#BarradeSantoAntônio #Alagoas #200AnosAlagoas #CulturaAlagoas #BicentenarioDeAlagoas
✒️O artista plástico Rosalvo Alexandrino de Caldas Ribeiro, conhecido como Rosalvo Ri-beiro, nasceu em 26 de novembro de 1865, em Marechal Deodoro e faleceu em 29 de março de 1915, em Maceió.
ㅤ 🎨São de sua autoria o retrato do presidente provincial dr. Henrique Salles e o projeto da estátua do Marechal Deodoro da Fonseca da praça homônima em Maceió.
ㅤ 🇫🇷 RUMO À FRANÇA
Em 1884, foi professor auxiliar de Desenho no Liceu de Artes e Ofícios de Maceió. Com uma pensão concedida pelo governo, estudou pintura na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1886. Ganha uma bolsa e foi aprimorar ainda mais seu talento na Escola de Belas Artes e na Acádemie Julian, em Paris, em 1889. Estudou com mestres como Édouard Detaille e Jules Lefebvre.
Voltou ao Brasil em 1901 e no ano seguinte foi diretor da Biblioteca Pública Estadual de Alagoas. Também lecionou Desenho na Escola Normal de Maceió em 1913. Walmir Ayala o qualifica, no Dicionário brasileiro de artistas plásticos, como "artista de sólida e consistente construção técnica, de cor agradável, dominando com mestria o desenho e a perspectiva". ✋🏻NÃO AO MODERNISMO
Ele não aderiu ao novo movimento, permanecendo fiel aos padrões convencionais da pin-tura tradicional. No retorno a Maceió, seus quadros variavam da paisagem à figura humana, retratando políticos, pessoas da elite local e grupos familiares. [Trecho do ALmanaque 200 do mês de novembro]

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#Alagoas #200AnosAlagoas #CulturaAlagoas #BicentenarioDeAlagoas #PortalDoBicentenario
Os mais antigos habitantes, firmados no que ouviram dos seus antepassados, contam que
o local onde se levantou a povoação foi primitivamente habitado pelos índios Chucurus quevieram formar aldeia nas proximidade da serra da Palmeira dos Índios, já encontrados aí estabelecidos os Cariris, emigrados de Pernambuco, em consequência da seca que assolou os sertões no ano de 1740.
Dizem outros, que aí houve antigamente um quilombo de pretos fugitivos. Viviam, eles, de nozes de palmeira e principalmente da caça de caititus, que em manadas, pastavam no prórpio local onde hoje é a cidade.
Sendo o chefe desse quilombo excelente caçador, chamavam-no “Quebrangulo”, que na gíria dos negros significa “matador de porcos”. Teve também o nome de Vitöria, voltando posteriormente à denominação primitiva.
#Quebrangulo #Alagoas #200AnosAlagoas #CulturaAlagoas #BicentenarioDeAlagoas
A sede social da Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados no Comércio foi inaugurada no dia 15 de novembro de 1917, na Rua 15 de novembro.
Anteriormente denominada Sociedade Perseverança e Auxílio dos Caixeiros Viajantes de Maceió, a instituição foi fundada em 30 de março de 1879 por 16 caixeiros - como eram chamados então os comerciários – e tinha a sede original na Rua do Comércio. A missão era auxiliar os sócios, fundar uma biblioteca para o lazer e oferecer aulas de escrituração mercantil, francês, português e aritmética. Assim foi feito.
1897 − 16 de setembro marca a inauguração do museu com peças de cerâmica, armas e adornos indígenas e uma coleção de moedas.
1916 − A instituição, que se tornaria o Sindicato dos Empregados do Comércio do Es-tado de Alagoas, também originou a Academia de Ciências Comerciais e foi considera-da pelo historiador Moacir Sant’Anna “como a primeira experiência de ensino superior.
VOCÊ SABIA?
O museu possuía seções de mineralogia e numismática, enriquecida esta última por valiosa oferta do doutor Manoel Ramos, médico do Pilar e pai do cientista Arthur Ra-mos.
O prédio da antiga sede da Sociedade Perseverança e Auxílio aos Caixeiros de Maceió, na Rua do Sol, foi tombado e integrado ao Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Estado de Alagoas em novembro de 2009.

Em janeiro de 2017, o prédio restaurado foi entregue pelo Estado ao IHGAL, para a instalação do seu museu e de sua hemeroteca. Leia mais no Almanaque 200 de Novembro.

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#Alagoas #200AnosAlagoas #CulturaAlagoas #BicentenarioDeAlagoas #PortalDoBicentenario
O início do povoamento começou por volta de 1611, através da mistura de brancos e índios da Serra do Aracaré, Estado de Sergipe. No início do século XVII, os Urumaris, índios que habitavam a região, conseguiram do Rei D. João IV terras às margens do rio São Francisco.
Deram ao lugar o nome de 'Jaciobá', que na linguagem tupi-guarani significa 'Espelho da Lua'. A doação causou inveja aos índios Chocós, que invadiram as terras dos Urumaris e os expulsaram de lá.
Em 1634, Cristóvão da Rocha tomou posse das terras onde hoje está o município. Em 1660, porém, as terras passaram, por carta de sesmaria, para o português Lourenço José de Brito Correia, que instalou uma fazenda de gado e deu a ela o nome de Pão de Açúcar. O nome vem da forma de um dos morros que era semelhante à maneira pela qual se purificava o açúcar. Em 1815, as terras foram leiloadas e arrematadas pela família do padre José Rodrigues Delgado, que deu grande impulso ao desenvolvimento do povoado.A freguesia, criada em 1853, invocou o Sagrado Coração de Jesus padroeiro da cidade. Pão de Açúcar ainda era vila, em 1859, quando
D. Pedro II pernoitou lá, em sua viagem para Paulo Afonso. Foi elevado à condição de cidade em 18 de junho de 1887, desmembrado de Mata Grande.
A grande atração dessa cidade ribeirinha do São Francisco são as piscinas naturais, às margens do rio, chamadas de 'prainha', onde são saboreados, ao pés de uma réplica do Cristo Redentor, os pratos típicos da região: peixe surubim, camarão-pitu e a tradicional carne de sol. O artesanato, confeccionado em palha, couro, barro, tecido e madeira é atração na vila Ilha do Ferro.

#PãodeAçucar #Alagoas #200AnosAlagoas #CulturaAlagoas #BicentenarioDeAlagoas
Sabia que o “Mijãozinho” da Praça Sinimbu e a homenagem ao Moleque Namorador, nominando a praça na Ponta Grossa, foi na gestão de Sandoval Caju? E que nos bancos das praças ele mandava colocar um S em destaque?

Nascido em Bonito de Santa Fé (PB) em 16 de novembro de 1923, Sandoval Caju fez história em Alagoas. Radialista, trabalhou na Rádio Relógio (DF) e ficou famoso na Rádio Tabajara da Paraíba. Chegou em Maceió no dia 10 de maio de 1947 para visitar um irmão, com a ideia de ficar 15 dias, mas ficou 47 anos.
Na Rádio Difusora, comandou o programa de auditório Palito de Fósforo: o programa incendiário dos auditórios. Na Rádio Progresso, apresentou A Tribuna do povo, que, com imensa audiência, o conduziu à política pelo Partido Democrata Cristão. Formado em Direito, foi eleito prefeito de Maceió em 1960, mas teve os direitos políticos cassa-dos em maio de 1964. Ficou conhecido como o Prefeito das Praças. Faleceu em 23 de maio de 1994. Mais sobre ele no ALmanaque 200 de novembro.

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#Alagoas #200AnosAlagoas #CulturaAlagoas #BicentenarioDeAlagoas #PortalDoBicentenario
O povoado onde hoje está o município de Ouro Branco começou a surgir por volta de 1830, mas só em 1881, quando Domingos Gomes mandou construir uma capela de pedra, é que moradores das regiões vizinhas começaram a se mudar para lá.
Domingos Gomes chegou ao município vindo de Minas Gerais, e logo comprou terras da família Paranhos. Líder na época, escolheu o padroeiro Santo Antonio e deu o nome de Olho D'Água do Cajueiro (nome de uma cacimba que ficava embaixo de um grande cajueiro conhecido na região) à vila que se formava.
Depois de alguns anos, Gomes regressou a Minas e seu filho, Francisco Gomes, deu novadimensão e novo nome ao povoado, que passou a se chamar Olho D'Água do Chicão. Em 1901, foi elevado à categoria de vila e chegou a sofrer ataques dos bandos de Lampião e Antonio Purcino.
Anos mais tarde, chegou à vila Antonio Giló de Campos que, impressionado com a brancura das imensas plantações de algodão, escolheu o nome Ouro Branco para a futura cidade. A partir dessa época, a cidade não parou de crescer, incentivando Luiz Gonzaga de Carvalho,
José Limeira Lima, Francisco Sotero Ângelo e José Soares da Silva a iniciarem o movimento pela emancipação. O município, porém, só foi desmembrado de Santana do Ipanema em 1962.
Ouro Branco chamou a atenção da comunidade científica, que tem realizado estudos geológicos em dois de seus pontos atrativos: a Pedra da Capelinha e o Lajedo Grande.
#OuroBranco #Alagoas #200AnosAlagoas #CulturaAlagoas #BicentenarioDeAlagoas
Ah, Alagoas e seus encantos naturais 😍 #Maceio #Alagoas #Praia #capitaldosreveillons 📸:.
A origem do município de Joaquim Gomes está ligada a um antigo engenho São Salvador, pertencente a José Correia de Araújo Barros. O engenho foi transferido para Joaquim Gomes Silva Rêgo, um major da guarda nacional. Sua primeira providência foi a construção da igreja de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da localidade.
O nome original do local foi Urucu, em referência a uma fruta da região. Antes da colonização também habitavam as terras os índios urupês. Dessa tribo restaram apenas algumas antigas tradições ainda mantidas na aldeia Cocal.
Em 1962, o município foi desmembrado de Passo de Camaragibe e recebeu o nome do fundador Joaquim Gomes.

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Who is Alagoas 200 Anos?

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How many followers does Alagoas 200 Anos have?

Alagoas 200 Anos has 5,925 followers on Instagram (5.9K). Alagoas 200 Anos follows 4,671 accounts, close to one account followed for each of the 5,925 followers. 421 published posts give Alagoas 200 Anos a moderate archive on Instagram.

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