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SOPHIE SEROMENHO

Psychologist
@a__psicologa
Depressão | Ansiedade | Burnout | Borderline | Trauma | Luto | Parentalidade Marque consulta connosco aqui ↴ 📞 937206928 📧
  • Healthcare
  • Following 446
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  • Engagement 2.68%
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About SOPHIE SEROMENHO

SOPHIE SEROMENHO (@a__psicologa) is a Psychologist creator on Instagram, also filed under Healthcare. The account has 81,473 followers and 1,060 published posts. Recent posts average 2,487 likes and 22 comments, an engagement rate of 2.68%.

With 81.5K followers, SOPHIE SEROMENHO is a micro creator by the common 10,000 to 100,000 definition. Set against 446 accounts followed, the audience works out to about 183 followers per account SOPHIE SEROMENHO follows. SOPHIE SEROMENHO carries Instagram's verified badge and uses an Instagram professional account. Flinque files SOPHIE SEROMENHO under Psychologist, with Healthcare as a secondary category.

The Instagram bio for SOPHIE SEROMENHO runs to 12 words across 4 lines. Emoji sit alongside the words. The bio also includes contact details, which Flinque does not republish. The latest activity Flinque has on record for SOPHIE SEROMENHO dates from March 2025.

Story Highlights

Unlocking shows the title and cover image of every story highlight this creator keeps pinned to the profile.

1,060 Posts

Of the 10 most recent posts shown for SOPHIE SEROMENHO, 5 are single images, 4 are carousels and 1 is a video. No single format accounts for most of them. SOPHIE SEROMENHO has built a substantial archive of 1,060 posts. Against the audience, that is roughly 77 followers for each post published. SOPHIE SEROMENHO also keeps 4 story highlights on the profile. 9 of those 10 carry captions, averaging 269 words each. The captions are written mainly in Portuguese. Words that recur across them include sophieseromenho, apenas, vida, aquilo and precisa.

Há pessoas que passam a vida inteira a tentar não dececionar ninguém. Como se a sua existência dependesse disso. Como se o amor dos outros fosse um bem precário, sempre ameaçado, sempre à beira de desaparecer perante um erro, uma recusa ou uma divergência. Vivem cansadas. Não pelo peso da vida, mas pelo peso da representação.

Desde cedo, aprendemos que ser amado implica ocupar um lugar no coração de alguém. E esse lugar, quando é vivido como frágil, transforma-se numa preocupação permanente. A pessoa deixa de perguntar quem é e passa a perguntar quem precisa de ser para continuar a ser querida. Aos poucos, substitui a espontaneidade pela adaptação, o desejo pela obrigação, a verdade pela conveniência.

Mas nenhum ser humano cresce sem dececionar aqueles que ama.

Crescer é precisamente abandonar a fantasia de que podemos corresponder simultaneamente a todas as expectativas. É reconhecer que cada passo na direção da nossa verdade será, inevitavelmente, um afastamento de alguma idealização. Porque os outros não se relacionam apenas connosco. Relacionam-se também com as imagens que construíram de nós.

Quando deixamos de desempenhar o papel do filho perfeito, da companheira sempre disponível, do amigo que nunca falha ou do profissional que nunca vacila, alguém ficará desapontado. E essa desilusão pode ser profundamente dolorosa. Não por aquilo que acontece no presente, mas porque convoca antigas angústias de perda. Como se a deceção do outro anunciasse o fim do amor.

A saúde psicológica revela-se quando a pessoa consegue permanecer inteira perante essa experiência. Quando descobre que pode ser amada sem ser perfeita. Que pode frustrar sem destruir. Que pode discordar sem abandonar e sem ser abandonada.

O amor maduro nasce neste ponto. Não quando somos aquilo que o outro sonhou, mas quando dois seres humanos suportam o encontro entre a realidade e a fantasia. Entre aquilo que desejavam encontrar e aquilo que verdadeiramente encontram.

Só quem suporta dececionar consegue amar sem se perder. E só quem aceita perder algumas idealizações encontra a liberdade de existir.

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As redes sociais criaram uma das maiores ilusões psicológicas do nosso tempo: a ideia de que somos protagonistas. Não protagonistas da nossa própria vida, o que seria desejável, mas protagonistas da vida dos outros. Vivemos como se estivéssemos permanentemente em palco, observados por uma audiência invisível que avalia as nossas escolhas, o nosso corpo, as nossas relações, as nossas conquistas e até a nossa felicidade. Publicamos uma fotografia e esperamos validação. Partilhamos uma opinião e aguardamos reconhecimento. Mostramos uma conquista e procuramos admiração. Precisamos sempre de mostrar e habitar a internet como se fôssemos especiais. Aos poucos, deixamos de viver a experiência para viver a representação da experiência.

O problema é que esta fantasia de centralidade tem um custo psicológico elevado. Quanto mais acreditamos que estamos sob observação constante, mais ansiedade sentimos. Passamos a vigiar a nossa imagem, a controlar a forma como somos percebidos, a comparar os bastidores da nossa vida com os momentos editados da vida dos outros. Surge a sensação de que estamos sempre aquém, sempre atrasados, sempre insuficientes. Como se existisse uma corrida invisível onde todos parecem estar a ganhar menos nós.

Mas há algo profundamente libertador em perceber uma verdade simples: ninguém pensa em nós tanto quanto imaginamos. As pessoas estão ocupadas com as suas próprias preocupações, inseguranças, desejos e fracassos. Aquilo que para nós parece um acontecimento marcante, para os outros é muitas vezes apenas um detalhe passageiro. O erro que cometemos, a roupa que vestimos, a fotografia que não teve tantos gostos, raramente ocupa a mente alheia durante mais de alguns segundos.

Existe uma paz imensa em aceitar que somos apenas mais uma pessoa entre milhões. Que não precisamos de impressionar toda a gente. Que não temos de ser especiais a toda a hora. Quando desistimos de ocupar o palco, recuperamos algo muito mais valioso: a liberdade de existir. E essa é uma das formas mais maduras de saúde mental, desfrutar da paz que é seres desimportante.

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Uma maternidade minimamente saudável dá muito trabalho.

Não apenas porque há fraldas para mudar, noites interrompidas e rotinas que deixam de existir. Nasce um bebé, mas nasce também uma mãe e um pai. E ninguém lhes ensina a fazer o luto da vida que tinham.

Do silêncio da casa. Do corpo disponível para si próprio. Da espontaneidade do desejo. Do casal que podiam ser antes de haver alguém que dependesse deles para tudo.

A chegada de um filho é um terramoto do amor. Não porque destrua o vínculo, mas porque o obriga a reorganizar-se. O parceiro deixa temporariamente de ser o centro. O sono desaparece. A paciência encurta. A pele fica mais fina. O pedido de ajuda soa a crítica. O esquecimento parece desamor. Duas pessoas exaustas começam a falar a partir das suas feridas e não das suas intenções.

E, no entanto, é precisamente aqui que o amor adulto é posto à prova.

Amar não é apenas desejar o outro quando tudo corre bem. É conseguir lembrar-se de quem o outro é quando ele já não consegue mostrar a sua melhor versão. É reconhecer que aquela mulher irritada talvez esteja há meses a dormir aos bocados. Que aquele homem distante talvez se sinta perdido no lugar que agora ocupa. É perceber que o inimigo raramente é o parceiro. É, tantas vezes, o cansaço, a solidão e a fantasia cruel de que deveríamos estar a viver isto com gratidão permanente.

Uma maternidade suficientemente boa não precisa de perfeição. Precisa de reparação. De dois adultos capazes de pedir desculpa, de redistribuir o peso, de dizer “eu já não consigo sozinho” sem vergonha.

A maior herança que um casal pode oferecer a um filho não seja a ausência de conflito, mas a experiência de um amor que, apesar do desencontro, encontra sempre o caminho de regresso a casa. Como já disse, o melhor item do enxoval de um bebé é a saúde mental dos seus pais.

Crescer nunca foi aprender a não precisar. Crescer é descobrir que depender, amar e continuar a existir são verbos que se conjugam juntos.

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Quando sofremos, o mundo encolhe. A esperança torna-se distante, a curiosidade desaparece, a confiança em nós próprios fragmenta-se. E, nesses momentos, precisamos de alguém que conserve por nós aquilo que temporariamente perdemos.

O psicólogo não caminha à tua frente nem te leva pela mão. Caminha ao teu lado. Ajuda-te a olhar para zonas de ti que foram esquecidas, negadas ou abandonadas. Ajuda-te a descobrir palavras para emoções que sempre existiram mas nunca tiveram nome.

Com o tempo, aquilo que inicialmente parecia vir do outro começa a nascer dentro de ti. A serenidade deixa de ser emprestada. A esperança deixa de ser oferecida. A capacidade de pensar, sentir e sonhar regressa como algo próprio.

E esta é a verdadeira beleza do acompanhamento psicológico. Não criar dependência, mas tornar-se progressivamente desnecessário. Porque aquilo que encontraste na relação passa a viver dentro de ti.

E, um dia, percebes que não levas o psicólogo contigo. Levas a parte de ti que ele ajudou a nascer.

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Qual é a tua opinião?
Já pensaram como os adultos têm tanto medo da dependência?

Temos tanto medo de precisar dos outros que, por vezes, educamos os filhos como se o grande objetivo da infância fosse torná-los independentes o mais depressa possível… Queremos que durmam sozinhos assim que saem da maternidade. No seu berço, no seu quarto, sem reclamar. Que se acalmem sozinhos. Que não peçam colo ou muito pouco. Que não chorem muito. Que não fiquem demasiado agarrados. Que precisem menos dos pais… Mas porquê esta urgência? Um bebé nasce completamente dependente!

A dependência não é um erro do desenvolvimento! É o ponto de partida do desenvolvimento. É através dela que aprende quem é, como se sente seguro, como regula as emoções e como constrói confiança nas relações. Mas, infelizmente, vivemos numa cultura que glorifica a autossuficiência e essa estende-se até ao bebé recém-nascido. Admiramos quem não precisa de ninguém. Quem aguenta tudo sozinho. Quem não incomoda. Quem não pede ajuda. Como se a vulnerabilidade fosse uma fraqueza e a dependência uma falha moral.

Mas a verdade é que ninguém se torna verdadeiramente independente porque foi empurrado para longe das pessoas que ama. Tornamo-nos autónomos porque, em algum momento da vida, nos sentimos suficientemente seguros para nos afastarmos sem medo. Uma criança segura explora. Uma criança segura arrisca. Uma criança segura separa-se. Não porque deixou de precisar dos pais, mas porque aprendeu que a relação continua a existir mesmo quando eles não estão presentes.

Por isso é que tantas discussões sobre parentalidade falam mais das ansiedades dos adultos do que das necessidades dos bebés. Porque um bebé que procura colo, proximidade e conforto está apenas a fazer aquilo para que foi biologicamente programado. Quem parece ter dificuldade em tolerar essa dependência somos nós, os adultos.

O sucesso dos nossos filhos não passa por serem independentes. Passa por darmos segurança suficiente para que consigam explorar em liberdade quem são, sabendo que poderão sempre voltar para casa. E essa casa será para sempre o nosso colo.

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Na clínica Sophie Seromenho, acreditamos que o autoconhecimento é a chave para uma vida mais equilibrada. Oferecemos um acompanhamento especializado ONLINE ou PRESENCIAL, ajudando-o a lidar com desafios psicológicos, relacionais e/ou profissionais de forma consciente e eficaz.

Psicologia Clínica (online e presencial):

Se enfrentas ansiedade, depressão, dificuldades emocionais ou questões existenciais, estamos aqui para te ajudar. Trabalhamos com:
✔ Perturbações de ansiedade e de humor
✔ Perturbações de personalidade
✔ Trauma complexo e PTSD
✔ Processos de luto e perda
✔ Adições
✔ Apoio à comunidade LGBT+
✔ Desenvolvimento pessoal

Neuropsicologia (presencial):

Se precisa de uma avaliação neuropsicológica, oferecemos diagnóstico e intervenção para:
✔ Perturbações do neurodesenvolvimento (PHDA/ADHD, dislexia, autismo)
✔ Dificuldades cognitivas e neurológicas (demências, AVC, epilepsia)
✔ Treino cognitivo e reabilitação neuropsicológica
✔ Estratégias para melhorar a autorregulação e a impulsividade

Coaching Psicológico (online e presencial);

Quer reavaliar a sua vida profissional ou desenvolver competências? Podemos ajudar em:
✔ Orientação vocacional e transições de carreira
✔ Desenvolvimento de liderança e gestão de equipas
✔ Gestão de tempo e produtividade
✔ Comunicação assertiva e resolução de problemas

Terapia de Casal (online e presencial):

As relações podem ser desafiantes, e estamos aqui para apoiar casais que querem fortalecer a sua ligação. Trabalhamos com:

✔ Comunicação eficaz e resolução de conflitos
✔ Superação de traição, ciúmes e insegurança
✔ Fortalecimento da intimidade e do desejo
✔ Apoio a relações não-monogâmicas éticas e à comunidade LGBT+

Contudo, é perfeitamente natural ter dúvidas sobre quais destas especialidades a mais indicada para si. Acontece com frequência, e estamos aqui para ajudar a esclarecer.

Por isso temos disponível a Consulta de Avaliação de Necessidades Terapêuticas, que será uma triagem mais formal, com avaliação diagnóstica e orientação personalizada.

Contacte-nos! Estamos aqui para o apoiar neste processo. ✨

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sophieseromenho.pt
🚨Consultas online (para todo o mundo 🌍 e presenciais em Setúbal 📌)🚨

Há um momento em que percebemos que algo dentro de nós pede para ser escutado. Pode ser um vazio que não conseguimos preencher, um padrão que se repete nas nossas relações, uma dor antiga que insiste em marcar presença, ou simplesmente a sensação de que há mais para viver – com mais leveza, mais verdade, mais presença. Se estás a ler isto, talvez esse momento tenha chegado para ti.

Na nossa clínica, o que oferecemos não é uma solução pronta nem respostas fechadas. O que oferecemos é um espaço seguro onde podes trazer tudo o que és – os teus medos, as tuas esperanças, as tuas sombras e luzes – e onde juntos podemos fazer sentido do que sentes. Acredito profundamente que cada um de nós tem dentro de si um potencial imenso de transformação, mesmo quando nos sentimos presos a padrões de sofrimento ou a narrativas que parecem imutáveis.

A nossa abordagem é integrativa, científica e adaptada a cada pessoa, porque sabemos que não há um caminho único para a cura. Trabalhamos com emoções, com partes internas que muitas vezes entram em conflito dentro de nós, com histórias que precisam de ser revisitadas para que possamos avançar. Aqui, não há julgamentos, apenas a possibilidade de te encontrares a ti próprio de forma mais autêntica e compassiva.

Se sentes que estás pronto/a para mergulhar mais fundo, para acolher a tua vulnerabilidade como parte do teu crescimento, estamos aqui para vos acompanhar nesse percurso. No final, a terapia não é apenas sobre resolver problemas, mas sobre aprender a viver de uma forma mais verdadeira, conectada e significativa.

Se ressoa contigo, visita sophieseromenho.pt e dá o primeiro passo para esse reencontro contigo mesmo.
Uma das coisas que mais gosto fazer, desde que me lembro de existir, é escrever.

Na solitude da escrita, encontro companhia e terapia. Desengane-se quem acha que escrevo apenas para ajudar os outros! Também me ajudo muito a mim própria quando escrevo. Fortaleço-me enquanto pessoa e enquanto psicóloga. Cada palavra, cada frase, é uma amiga que compreende e acolhe. É uma dança solitária e, ao mesmo tempo, um abraço coletivo, onde encontro outros que, como eu, procuram e encontram nas palavras um refúgio e um meio de expressão. Um abraço coletivo a todos os que precisam de ajuda e encontram nas minhas palavras algum alento.

Escrever, para mim é, no fundo, um ato de amor – amor por mim mesma, pela minha história, pela minha profissão, e por todos os que se encontram nas entrelinhas. É uma arte que me conecta aos outros, a quem mais precisa, e que nos une na universalidade da experiência humana.

Ao escrever, eu existo, persisto, e descubro-me, página após página.

Estes dois livros, escritos de forma complementar (e que devem ser lidos dessa forma) são como dois filhos para mim. Têm a minha essência e o meu ADN inscritos neles. Têm o meu sangue, o meu suor, os meus valores e crenças e a minha personalidade e identidade enquanto psicóloga. Refletem completamente a pessoa que sou fora e dentro do consultório.

Orgulho-me de cada palavra que escrevi e das mensagens que transmiti em ambos. Acredito plenamente em tudo o que disse e digo, vivo todos os dias conforme aquilo que preguei e prego e trabalho arduamente com os meus clientes da mesma forma que redigi e redijo.

O meu único intuito é unica e exclusivamente chegar a vocês, ajudar-vos e tocar-vos na alma.

Que estes livros sejam tão especiais e transformadores para vocês como o foram e são para mim! 💛

O link encontra-se na minha biografia ou no meu site sophieseromenho.pt.

Sejam humanos! 💛

SOPHIE SEROMENHO's engagement

SOPHIE SEROMENHO's engagement rate on Instagram is 2.68%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 37 followers. Likes outnumber comments by roughly 113 to 1, with 2,487 likes and 22 comments on an average post, so most reactions are taps rather than replies.

Engagement rate

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Frequently asked questions

These answers about SOPHIE SEROMENHO are generated from the Instagram profile data Flinque holds for the account.

Who is SOPHIE SEROMENHO?

SOPHIE SEROMENHO (@a__psicologa) is a Psychologist creator on Instagram, also filed under Healthcare. SOPHIE SEROMENHO carries Instagram's verified badge and uses an Instagram professional account. The Instagram bio for SOPHIE SEROMENHO runs to 12 words across 4 lines.

How many followers does SOPHIE SEROMENHO have?

SOPHIE SEROMENHO has 81,473 followers on Instagram (81.5K). Set against 446 accounts followed, the audience works out to about 183 followers per account SOPHIE SEROMENHO follows. SOPHIE SEROMENHO has built a substantial archive of 1,060 posts.

What is SOPHIE SEROMENHO's engagement rate?

SOPHIE SEROMENHO's engagement rate on Instagram is 2.68%, between 1% and 3%, or 1 to 3 likes and comments per 100 followers. On a typical post that comes to about 1 like or comment for every 37 followers. Likes outnumber comments by roughly 113 to 1, with 2,487 likes and 22 comments on an average post, so most reactions are taps rather than replies.

What does SOPHIE SEROMENHO post about on Instagram?

Flinque files SOPHIE SEROMENHO under Psychologist, with Healthcare as a secondary category. Of the 10 most recent posts shown for SOPHIE SEROMENHO, 5 are single images, 4 are carousels and 1 is a video. The 9 recent Instagram captions Flinque holds for SOPHIE SEROMENHO repeatedly use the words sophieseromenho, apenas, vida, aquilo and precisa. SOPHIE SEROMENHO writes those captions mainly in Portuguese. SOPHIE SEROMENHO keeps 4 story highlights, which open with a free Flinque account.

How do I contact SOPHIE SEROMENHO for a collaboration?

SOPHIE SEROMENHO's contact details are not published on Flinque's public profile. The Instagram bio links to 3 external sites, and a free Flinque account opens those links. The bio carries contact details of its own, which Flinque does not copy. Brands with a free Flinque account can shortlist SOPHIE SEROMENHO and use Flinque's outreach tools wherever a contact route is on file.

SOPHIE SEROMENHO's own Instagram profile is the one outbound link Flinque publishes for the account, and the 3 bio links open after signing up.

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